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sexta-feira, 20 de agosto de 2021

Mentiras do Presidente: Bolsonaro distorce números e diz que o gás de cozinha está barato (vídeo)

 


Sem conseguir explicar o alto preço no valor do gás de cozinha, Jair Bolsonaro voltou a dizer que o custo é barato. Também culpou governadores pelo valor do botijão e cobrou dos estados que zerem o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). Ele ignorou, no entanto, que a Petrobrás é responsável pela maior parte dos impostos sobre o produto, conforme o portal Uol. De acordo com a Agência Nacional do Petróleo (ANP), o preço médio do botijão de 13 quilos no país aumentou de R$ 69,98 em agosto de 2020 para R$ 93,32 em agosto de 2021. Na Região Norte, superou a casa dos R$ 100 em julho e chegou a R$ 102,74 em agosto.

"Zerei imposto federal. Cada estado tem o seu ICMS. Gostaria que o governador zerado o ICMS do seu estado. Se zerar o imposto (ICMS), vai ser excelente", disse Bolsonaro na live dessa quinta-feira (19). 

Bolsonaro também sugeriu que brasileiros atuem como milicianos para pegar o gás. "Você pode pegar o teu caminhãozinho, para a tua comunidade, você vive às vezes num condomínio fechado. Uma vez por mês teu caminhãozinho vai lá e compra ali 100 botijões de gás. ICMS tá zerado", disse.


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O gás de cozinha é o Gás Liquefeito de Petróleo (GLP). De acordo com a página da Petrobrás, a composição do GLP de 1 a 7 de agosto deste ano se deu da seguinte forma: 48.2% (realização Petrobrás), 37.0% (distribuição e revenda), 14.8% (ICMS) e PIS/PASEP e COFINS.

O preço do gás de cozinha aumentou 29,44% entre julho de 2020 e julho de 2021. Foi quase três vezes mais que os 9,85% do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), que mede a inflação para as famílias com renda mensal entre um e cinco salários mínimos. A Petrobras já reajustou o gás seis vezes este ano, com alta acumulada de 37,8%. 

No acumulado do ano até julho, a inflação para o grupo de renda muito baixa, que recebe até R$ 1.650,50, foi de 4,8%. Nos últimos doze meses, chegou a 10,1%, a maior desde 2016 (10,6%). Em 12 meses, a alta inflacionária para as famílias de renda muito baixa reflete as variações de 29,3% do gás de botijão, de 20,1% da energia elétrica e de 16% dos alimentos no domicílio, sinaliza a pesquisa do Ipea.

sexta-feira, 11 de junho de 2021

Petrobras anuncia aumento de 5,9% do gás de cozinha nas distribuidoras

 


A Petrobras anunciou, nesta sexta-feira (11/6), aumento do gás de cozinha. A partir de segunda-feira (14/6), o preço médio de GLP sofrerá reajuste de 5,9% nas distribuidoras para R$ 3,40 por quilograma (kg), o que representa aumento médio de R$ 0,19 por kg. “Importante reforçar o posicionamento da Petrobras que busca evitar o repasse imediato para os preços internos da volatilidade externa causada por eventos conjunturais. Nossos preços seguem buscando o equilíbrio com o mercado internacional e acompanham as variações do valor dos produtos e da taxa de câmbio, para cima e para baixo”, afirma a companhia, em comunicado.


A Petrobras reforça que “os valores praticados nas refinarias são diferentes dos percebidos pelo consumidor final no varejo”. A empresa lembra que até chegar ao consumidor são acrescidos “tributos federais e estaduais, custos para envase pelas distribuidoras, além dos custos e margens das companhias distribuidoras e dos revendedores”.


sexta-feira, 2 de abril de 2021

PREPARE O BOLSO: PETROBRAS AUMENTA PREÇO DO GÁS DE COZINHA EM 5%

 


A Petrobras confirmou o aumento de preço do gás liquefeito de petróleo (GLP) em 5% ou R$ 0,15 por quilo. O novo valor será cobrado nas distribuidoras a partir desta sexta-feira (2) e vale tanto para indústria como para uso doméstico. O gás de cozinha passará a custar R$ 3,21 o quilo. Esse é quarto reajuste realizado pela petrolífera desde o início do ano. Em resposta à CNN Brasil, a companhia reiterou que os preços nas refinarias têm como referência os preços de paridade de importação, variando de acordo com as cotações do dólar e do petróleo.


O último reajuste realizado pela Petrobras foi em 1º de março, o que deixou o preço do botijão de gás de cozinha praticamente estável em R$ 83,25, frente à média de R$ 83,18 uma semana antes. O valor mais alto da história do combustível foi encontrado na região Centro-Oeste, a R$ 120,00, mesmo após os impostos federais serem zerados para o botijão de 13 quilos de GLP.


Fonte: CCN

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