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segunda-feira, 3 de agosto de 2020

EUA vão colocar na Polônia 1.000 soldados adicionais, afirma chefe do Pentágono



EUA e Polônia terminaram negociações no âmbito das quais Washington enviará ao país europeu 1.000 soldados americanos adicionais, declarou o chefe do Pentágono Mark Esper.

"Estados Unidos e Polônia concluíram as negociações do acordo alargado de cooperação no domínio da defesa [EDCA, na sigla em inglês] [...] O acordo permitirá uma presença adicional permanente de aproximadamente 1.000 militares", lê-se no comunicado do secretário de Defesa dos EUA, Mark Esper.
Além disso, ele lembrou que a Polônia já tem 4.500 militares dos EUA de forma rotativa, o acordo também permitirá "reforçar a dissuasão da Rússia e fortalecer a OTAN", diz o comunicado.
Anteriormente o presidente dos EUA, Donald Trump, disse que o país vai reduzir o número de suas tropas na Alemanha. O presidente norte-americano afirmou que decidiu reduzir o número de tropas dos EUA na Alemanha porque o país deve bilhões de dólares à OTAN.
No início de junho, o premiê da Polônia, Mateusz Morawiecki, chegou a dizer que gostaria que as tropas norte-americanas que deixarão a Alemanha fossem enviadas para seu país.

sexta-feira, 15 de maio de 2020

Militares querem colocar general Pazuello como ministro da Saúde



Os militares ao redor de Bolsonaro estão em campanha para que o general de divisão Eduardo Pazuello assuma o Ministério da Saúde no lugar de Nelson Teich. Ele é secretário-executivo do Ministério e foi colocado no segundo cargo mais importante da pasta por exigência de Bolsonaro, quando Teich assumiu


Os militares querem assumir o Ministério da Saúde com a saída de Nelson Teich. Os assessores militares no Planalto estão em campanha pelo nome do secretário-executivo da pasta: o general de divisão Eduardo Pazuello, informa a jornalista Carla Araújo, do UOL. Ele foi colocado no segundo cargo mais importante da pasta por exigência de Bolsonaro, quando Teich assumiu.
“Estamos na torcida", disse um auxiliar palaciano nesta sexta-feira (15). Um general no posto, depois de dois médicos recusarem-se a seguir à frente do Ministério da Saúde, Henrique Mandetta e Nelson Teich, significará, na prática, que Bolsonaro passa a centralizar as ações do país em em meio à maior crise sanitária da história. 
O ministro da Casa Civil, general Braga Netto, disse no começo da tarde que Pazzuello fica no cargo "interinamente".
Se não for um general, outros dois nomes cotados para a Pasta já indicaram que serão correias de transmissão de Bolsonaro: o deputado e ex-ministro Osmar Terra, que voltou a ser cotado para assumir a pasta. e a também médica oncologista Nise Yamaguchi, que está em Brasília nesta sexta-feira e é uma propagandista da cloroquina.

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