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segunda-feira, 29 de junho de 2020

VÍDEO: Fantástico mostrou a farra das madames que pegaram dinheiro destinado aos pobres contra pandemia



VÍDEO: Fantástico mostrou a farra das madames que pegaram dinheiro destinado aos pobres contra pandemia





Queremos saber quando o MPF irá investigar essa empresa que analisa os cadastros, que nega benefício para pobre e concede para ricos? Quando a câmara ou senado irá abir uma CPI para apurar a ação da Caixa e dessa tal Dataprev? Se fosse um país sério esse presidente da caixa já teria sido processado pelo MPF!

domingo, 28 de junho de 2020

Michelle Bolsonaro tem madrasta, padrasto e tias que receberam auxílio de R$ 600

Michelle Bolsonaro (Marcelo Camargo/Agência Brasil)


Pelo menos cinco familiares da primeira-dama da República, Michelle Bolsonaro, têm recebido o auxílio emergencial de R$ 600, benefício do governo federal pago a famílias carentes durante a pandemia do novo coronavírus. Dois deles são moradores de Ceilândia, uma das regiões mais pobres do Distrito Federal; dois, do Sol Nascente, considerada hoje a maior favela da América Latina; e uma, de Brasília.
Entre os parentes que receberam a primeira parcela do benefício, segundo consulta feita pelo Metrópoles ao sistema da Caixa Econômica Federal, estão o padrasto de Michelle Bolsonaro, Antônio Wilton Farias Lima, e a madrasta, Maísa Torres Antunes. A esposa do presidente Jair Bolsonaro nunca escondeu a realidade humilde da família, que ilustra vivamente a desigualdade que marca o país.
Maísa é companheira de Vicente de Paulo Reinaldo, pai da primeira-dama. Quando o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) era um deputado federal com pouca expressão política, ele e Michelle costumavam frequentar a casa de Paulo e Maísa.
Antônio, por sua vez, é casado com Maria das Graças Firmo Ferreira, mãe de Michelle, com que tem três filhos.
As outras três pessoas que receberam o auxílio emergencial do governo foram Ângela Maria Firmo Ferreira, Aparecida Firmo Ferreira e Maria de Fátima Firmo Ferreira. Todas elas são tias maternas de Michelle.
(…)

quinta-feira, 21 de maio de 2020

WILLIAM BONNER DIZ QUE DADOS DE SEU FILHO FORAM USADOS PARA SACAR OS R$ 600 DO AUXÍLIO EMERGENCIAL



William Bonner retornou ao Twitter nesta quinta-feira (21) para denunciar uma fraude envolvendo Vinicius Bonemer, filho do jornalista com Fátima Bernardes. O rapaz de 22 anos é irmão gêmeo de Laura e Beatriz Bonemer.
Afastado da rede social desde 2019, o jornalista da Globo postou uma série de tweets sobre o roubo dos dados pessoais de Vinicius que acontece há três anos para diversas fraudes. A mais recente foi para acessar a plataforma do auxílio emergencial de R$ 600.
“Interrompo meu silêncio no Twitter para denunciar uma injustiça e uma fraude com dinheiro público. Primeiro, a injustiça. Estelionatários têm usado há 3 anos o nome e do CPF de meu filho para fraudes, como a abertura de empresas ou a contratação de serviços de TV por assinatura, entre outras”, escreveu Bonner.
O apresentador do Jornal Nacional explicou que advogados foram acionados e boletins de ocorrência sobre as fraudes registrados, mas descobriu através do jornal Meia Hora um nove golpe com os dados de Vinicius.
“Na terça, dia 19, fui informado de que o jornal Meia Hora tinha obtido documentos do suposto registro de meu filho no programa de auxílio emergencial do governo. Meu filho não pediu auxílio nenhum, não autorizou ninguém a fazer isso por ele. Mais uma fraude, obviamente. Apresentados os fatos, o jornal corretamente não publicou a matéria.”
“Mas, desta vez, o que vem à tona é ainda mais grave. Pelos critérios do programa de auxílio emergencial, alguém nas condições sócio-econômicas do meu filho não tem direito aos 600 reais da ajuda. Portanto, quem quer que viesse a usar o nome, o CPF e dados pessoais dele deveria receber como resposta ao pleito um ‘não’. Mas, pelo que vimos ao consultar o site do Dataprev, o pedido de auxílio feito por um fraudador foi aprovado”, escreveu Bonner.
“O fraudador provavelmente indicou que não tinha conta bancária e abriu a conta específica da Caixa – a que, obviamente, meu filho não tem acesso. Portanto, sequer sabemos se o dinheiro foi depositado e se foi sacado”, completou. Bonner informou que nova queixa foi prestada à polícia e cobrou ação do poder público para evitar as fraudes envolvendo o auxílio emergencial.
“De nossa parte, apresentaremos nova queixa-crime. Da parte dos gestores do auxílio emergencial, esperamos apuração rápida da fraude, para que se resguardem o patrimônio público e a confiança dos cidadãos nos mecanismos de controle desse programa. E para que o controle eficaz do programa não prejudique ainda mais aqueles cidadãos que realmente precisam do auxílio neste momento tão doloroso.”

Veja abaixo alguns dos tweets originais:


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domingo, 10 de maio de 2020

ATRIZ QUE FOI ‘NARIZINHO’ NO SÍTIO DO PICAPAU AMARELO AGUARDA AUXÍLIO EMERGENCIAL PARA SE MANTER



Raquel de Queiroz, que interpretou Narizinho na última versão original de “Sítio do Picapau Amarelo”, em 2007, hoje está dependendo do auxílio emergencial de R$ 600 para se manter. Professora de Balé, ela teve as aulas suspensas na escola de dança no Rio de Janeiro, onde trabalha, desde que a quarentena começou.

Neste domingo (10) em conversa com o ‘Notícias da TV’, a ex-atriz desabafou: “Fico organizando, montando planilha de aula, essas coisas. A gente está sempre mandando vídeos para [as redes sociais da] escola. Mas não estou trabalhando nem recebendo. Estou contando com o auxílio, que não saiu até agora. Em análise eterna”, disse.

Apesar da carreira no balé, que é sua paixão desde a infância, Raquel sonha em voltar a atuar. O último contrato que teve com a Globo acabou em 2010. “Depois disso, eu não recebi nenhum convite, não tive novas oportunidades. E tive que me mudar [de casa], mudei de telefone, perdi contato com eles [produtores], não teriam como me achar. Não fiz nenhum curso de teatro porque eu precisava fazer um curso em que tivesse retorno [financeiro] imediato. Moro sozinha, tenho contas pra pagar”, disse ela, que também trabalhou como esteticista.

Depois da quarentena, Raquel pretende procurar agências para quem sabe voltar a trabalhar como atriz: “”Vou continuar com as aulas de balé, que são meu ganha-pão. Mas quero voltar a atuar, gostaria muito de voltar para a TV, muito mesmo. Eu me sentiria realizada hoje em dia voltando a trabalhar com isso”.

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terça-feira, 28 de abril de 2020

É #FAKE que Caixa bloqueou auxílio emergencial de quem se cadastrou para comprar eletrônicos




Uma mensagem que tem sido bastante compartilhada no WhatsApp com a logomarca da Caixa diz que o banco bloqueou o CPF de 187 mil pessoas, que não poderão receber a segunda parcela do auxílio emergencial – determinado a trabalhadores que perderam renda com a crise do coronavírus –, porque elas se cadastraram para comprar aparelhos eletrônicos 10 dias antes do recebimento da primeira parcela. É #FAKE.

A mensagem falsa diz que a medida foi tomada para que seja ajudado "apenas quem realmente precisa". A Caixa informa que não emitiu qualquer comunicado referente a uma eventual fiscalização do uso dos recursos. Em nota, diz que “a lei 13.982/2020, regulamentada pelo decreto 10.316/2020, que instituiu o auxílio emergencial do governo federal, não impõe a forma como o beneficiário deverá utilizar os recursos”. Ou seja, quem gastar com a compra de equipamentos eletrônicos não sofrerá nenhuma sanção.

O banco é o responsável pelo pagamento do valor de R$ 600 (ou R$ 1.200) para as famílias de trabalhadores informais, microempreendedores individuais e autônomos selecionadas. Essa seleção, lembra a Caixa, é realizada pelo Ministério da Cidadania, e isso é feito após análise pelo Dataprev, órgão que verifica as exigências determinadas pela lei. Os pagamentos começaram no dia 9, e são previstas três parcelas.

Até esta sexta-feira, a ajuda já foi creditada para mais de 35,1 milhões de brasileiros, totalizando R$ 25 bilhões, segundo números da Caixa. Até o dia 30, a previsão é que mais R$ 7,3 bilhões sejam liberados para aproximadamente 9,8 milhões de pessoas.

Cerca de 75 milhões de brasileiros já receberam a resposta sobre o auxílio após a checagem feita pelo Dataprev, de acordo com a nota da Caixa. O cidadão pode consultar as respostas no aplicativo Caixa Auxílio Emergencial, no site auxilio.caixa.gov.br ou na central telefônica exclusiva 111.

G1


quinta-feira, 23 de abril de 2020

Bolsonaro diz que não autorizou antecipação de 2ª parcela do auxílio emergencial

BOLSONARO TOSSE APÓS DISCURSAR EM ATO EM BRASÍLIA (FOTO: SERGIO LIMA / AFP)


O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) disse hoje que o anúncio da antecipação da 2ª parcela do auxílio emergencial, feito na última segunda-feira (20), foi realizado sem o seu consentimento. A medida foi revogada pelo governo.

“Nada foi cancelado. Um ministro anunciou sem estar autorizado, que iria antecipar a segunda parcela. Primeiro se deve pagar a todos a primeira parcela, depois o dinheiro depende de crédito suplementar já que ultrapassou em quase 10 milhões o número de requerentes. Tudo será pago no planejado pela Caixa”, disse Bolsonaro.

O comentário do presidente da República foi feito em resposta a uma seguidora em uma rede social. Ela disse que o governo havia cancelado o auxílio.

A notícia de que a segunda parcela seria antecipada foi dada na segunda-feira em entrevista coletiva com as presenças do ministro da Cidadania, Onyx Lorenzoni, e do presidente da Caixa, Pedro Guimarães. (…)

quarta-feira, 22 de abril de 2020

Responsável por gerir auxílio emergencial de R$ 600, Dataprev perde 87 servidores



Responsável por analisar os pedidos do auxílio emergencial de R$ 600 a trabalhadores informais, a Dataprev, empresa de processamentos de dados do governo federal, passa por uma diminuição em seu quadro em meio à pandemia de coronavírus. A informação é do Metrópoles.

Somente em 2019, o órgão perdeu 217 empregados. O governo, à época, lançou um Programa de Desligamento Incentivado (PDI) na Dataprev. A intenção do presidente Jair Bolsonaro.

Além dos 217 servidores desligados no ano passado, outros 89 se inscreveram no programa para parar de trabalhar. Os pedidos estão acontecendo no meio da crise.

“O programa teve nível de adesão dentro das expectativas. A economia resultante do PDI 2019 será observada em 2020, considerando que o payback da operação é inferior a 12 meses”, explicou a Dataprev em balanço de contas.

A Dataprev também afirma não há previsão nem estudos para novos desligamentos por PDI em 2020. “Cabe ressaltar que a Dataprev está em processo de encerramento das atividades em 20 estados e que tanto os desligamentos quanto as cessões e transferências em curso estão sendo efetuados dentro do contexto do Plano de Adequação de Quadro (PAQ) da empresa”.

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