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quarta-feira, 29 de março de 2023

Itiúba: Advogada acusa vereadora Vivia de Covas de agressão física


 


A câmara de Itiúba deverá criar comissão para apurar denuncia contra a vereadora, Vivia de Covas (PCdoB), que está sendo acusada de ter agredido uma advogada. Segundo as informações chegadas a nossa redação, a confusão ocorreu na quarta-feira (22), dentro de um estabelecimento comercial, onde a advogada relata em áudio que circula em grupos, que a vereadora ao sair do banheiro, se deparou com a mesma, e teria proferido a seguinte frase ” chifruda e corna”. Nesse momento, a advogada que estava no caixa pagando a despesa, se sentiu atingida, porque no passado, segundo a vitima, a vereadora teria mantido relacionamento com seu companheiro “Uai vereadora, então, já que divide o marido, também divide a conta aí” disse a advogada que continuou “depois ela partiu pra cima puxando meu cabelo e dando socos” concluiu.

Em contato com a vereadora Vivia de Covas, ela relatou a equipe do ivansilvanoticia que estaria procurando a policia : “quem foi agredida foi eu, eu que sou a vitima e já estou tomando minhas providencias” disse a parlamentar.

Nossa equipe também manteve contato com o presidente da câmara Paulo Vinicius, ele nos disse que até o momento só sabe de rumores pelas redes sociais, mas que oficialmente não chegou nenhuma denuncia, mas se algo for protocolado será apurado conforme o regimento interno da casa.

Fonte: Ivan Silva Notícias


sábado, 14 de agosto de 2021

Tecnologia: Empresa dos EUA acusa Huawei de roubar dados e espiar Paquistão

 


A empresa chinesa Huawei, um dos principais fornecedores mundiais de equipamento de telecomunicações, tem sido acusada pelo governo dos EUA de espionagem industrial e roubo de tecnologia.

Em 2019, a gigante tecnológica foi colocada em uma lista negra em meio à guerra comercial entre Pequim e Washington.

Agora, a empresa de software Business Efficiency Solutions LLC (BES), com sede no estado norte-americano da Califórnia, entrou com uma ação judicial contra a Huawei na quarta-feira (11), alegando que a companhia chinesa roubou dados confidenciais, após as duas empresas terem trabalhado juntas em um projeto conjunto para o governo do Paquistão.

Huawei foi acusada de desenvolver o chamado software "backdoor", de modo a acessar a informação confidencial que a empresa americana afirma ser "importante para a segurança nacional do Paquistão".

O projeto Cidade Segura (Safe City, em inglês) foi lançado pelo governo paquistanês em 2015, com o objetivo de renovar suas agências policiais e de segurança, as equipando com tecnologia inovadora, sendo que a contratante geral era a Huawei. Já a BES, por sua vez, foi convidada como subcontratante exclusiva, uma vez que "tinha a capacidade, perícia e conhecimento que faltava à Huawei para satisfazer os requisitos técnicos e de software para o projeto".

Segundo a ação judicial, a Huawei teria ficado na posse dos "segredos comercialmente mais valiosos" da BES, pelo que, depois, teria começado "a adquirir secretamente certas partes dos sistemas de software da BES a partir de outras fontes - inclusive de fornecedores identificados pela BES para a Huawei".

"Após obter posse e acessar os segredos comerciais da BES sob pretexto de contrato, a [...] Huawei tentou obter contratos para desenvolver outros projetos da Cidade Segura no Paquistão e em todo o mundo por si só, violando seu acordo com a BES e sua licença limitada à tecnologia da BES até então fornecida", conforme se lê no processo.

O documento judicial aponta a existência de outras violações adicionais da propriedade intelectual da empresa norte-americana por parte da Huawei. Contudo, a gigante asiática afirma que tais acusações não têm quaisquer bases e que têm motivações políticas, o que vai contra os princípios de competição de mercado.

sexta-feira, 13 de agosto de 2021

Auditor acusa governo Bolsonaro de alterar documento sobre suposta supernotificação de mortes por Covid

 


Auditor do Tribunal de Contas da União (TCU), Alexandre Marques acusou o governo federal, em depoimento, de ter alterado documento citado por Jair Bolsonaro sobre supernotificação de casos de Covid-19.

Marques é investigado por ter sido o autor do material e classificou como "irresponsabilidade" a divulgação do documento por Bolsonaro. "Quando eu vi o pronunciamento do presidente Bolsonaro, eu fiquei totalmente indignado, porque achei totalmente irresponsabilidade o mandatário da nação sair falando que o tribunal tinha um relatório publicado, que mais da metade das mortes por Covid não era por Covid. Eu achei bem, uma afronta a tudo que a gente sabe que acontece, a todas as informações públicas, à ciência, etc". O auditor está no radar da CPI da Covid e deve ser convocado para depoimento.

No início de junho, Bolsonaro disse a apoiadores no cercadinho do Palácio da Alvorada que um suposto relatório do TCU apontava que 50% das mortes por Covid-19 em 2020 tinha sido provocadas, na verdade, por outras causas. 

No mesmo dia, 7 de junho, o tribunal divulgou nota esclarecendo que não tem informações para sustentar a afirmação de Bolsonaro. O TCU ainda disse, à época, não ser o autor do documento. 

Em 8 de junho, o tribunal comunicou que o documento citado se tratava de uma análise pessoal feita pelo servidor Alexandre Marques.

Bolsonaro então admitiu o erro de vincular o documento ao TCU, mas seguiu sustentando, sem provas, que houve supernotificação de óbitos causados pelo coronavírus.

Marques disse acreditar que o documento tenha sido alterado pela  Presidência da República. "[O documento] não tinha nenhuma alusão ou identidade visual do Tribunal de Contas da União (TCU). Nesse arquivo em pdf que viralizou, não tinha nenhuma identidade visual, data, assinatura, nada. Era somente um só arrazoado".

sábado, 8 de maio de 2021

Turquia acusa Israel de gerar 'terror' em operação policial contra palestinos na mesquita de Al-Aqsa

 


Ancara condena ataque da polícia israelense contra mesquita palestina e diz que tal ação é uma vergonha para o Estado judeu. Washington também se posicionou sobre o incidente, pedindo responsabilidade de ambos os lados.

A Turquia acusou Israel de desencadear "terror" sobre palestinos depois que a polícia israelense disparou balas de borracha e granadas de choque contra a mesquita de Al-Aqsa, em Jerusalém Oriental, na noite desta sexta-feira (7), segundo a Reuters.

Os confrontos no terceiro local mais sagrado do Islã feriram 205 palestinos e 17 policiais israelenses, e ocorreram em meio à raiva crescente sobre o possível despejo de palestinos de casas em terras reivindicadas por colonos judeus durante toda a semana.

O porta-voz da presidência da Turquia, Ibrahim Kali, disse que os ataques israelenses eram uma vergonha para o Estado judeu e interpretou o conflito israelo-palestino como um caso de apartheid em uma publicação no Twitter.

​Que vergonha para Israel e aqueles que se calam diante dos ataques vergonhosos contra Masjid Al-Aqsa neste mês sagrado de jejum. A Palestina e os palestinos não estão sozinhos. Apelamos a todos para que se levantem contra as políticas de ocupação e agressão deste estado de apartheid.

O diretor de Comunicações da Presidência da Turquia, Fahrettin Altun, declarou que Israel está violando os direitos humanos e "pagaria o preço", já que os partidos da oposição ecoaram a condenação do governo em um raro sinal de unidade, segundo a mídia.

"Atacar pessoas inocentes orando é claramente terror. Vemos que esses ataques aos palestinos são contra os direitos humanos mais fundamentais", disse Altun.

Os Estados Unidos também se pronunciaram sobre os conflitos, dizendo que era "crítico" para ambos os lados restaurarem a calma em meio a vários dias de confrontos em Jerusalém Oriental, e pediram "responsabilidade" para diminuir as tensões, segundo reportou o The Times of Israel.

"À medida que entramos em um período delicado nos próximos dias, será fundamental para todos os lados garantirem a calma e agirem com responsabilidade para diminuir as tensões e evitar o confronto", disse Jalina Porter, porta-voz do Departamento de Estado dos EUA citada pela mídia.

As tensões entre israelenses e palestinos, que já vêm elevadas desde o lançamento de foguetes a partir da Faixa de Gaza no final de abril, aumentaram ontem (7), antes de uma audiência que poderá resultar na expulsão de famílias palestinas de Sheikh Jarrah, um bairro onde colonos judeus apoiados por um tribunal israelense ocuparam algumas casas.

Ao todo, é esperado que 58 residentes, incluindo 17 crianças, sejam deslocados.

domingo, 13 de setembro de 2020

Neymar é expulso e acusa espanhol de racismo: 'Arrependimento é por não ter dado na cara' (VÍDEO)




O atacante Neymar, do PSG, foi expulso neste domingo (13) durante partida do seu clube contra o Olympique de Marselha por ter dado um tapa na nuca de adversário, a quem acusou de racismo. 

Logo no primeiro tempo, o brasileiro se envolveu em uma discussão com o zagueiro espanhol Álvaro Gonzalez. Pelo áudio da partida, é possível ouvir o atacante falando por várias vezes ao árbitro: "Racismo, no". 
Segundo Neymar, o defensor do Olympique o xingou de "Macaco filho da p...". 
O atacante argentino Di María, do PSG, também disse ter sido ofendido por Gonzalez. O espanhol, por sua vez, alegou que foi cuspido pelo argentino. 
No segundo tempo, já nos acréscimos, houve mais discussão entre o atacante brasileiro e o zagueiro. Durante uma confusão envolvendo vários jogadores de ambos os times, a câmera flagrou Neymar dando um tapinha na nuca de Gonzalez.
O atacante e mais quatro jogadores acabaram sendo expulsos de campo. Ao sair de campo, o brasileiro protestou mais uma vez ao árbitro, acusando o adversário de o ter insultado. 
Após a partida, Neymar disparou pelo Twiiter: "Único arrependimento que tenho é por não ter dado na cara desse babaca". 
Válido pelo Campeonato Francês, o PSG perdeu o jogo por 1 a 0. A partida, que marcou a volta do brasileiro ao time após ser diagnosticado com COVID-19, foi disputada no estádio Parc de Princes, em Paris. 

segunda-feira, 3 de agosto de 2020

Síria acusa EUA de roubarem petróleo através de acordo com rebeldes curdos



O governo sírio acusou os EUA de "roubarem" as reservas de petróleo do país, que Washington alegou estar protegendo dos grupos terroristas.

Em um comunicado à agência estatal de notícias SANA, o Ministério das Relações Exteriores sírio condenou um acordo assinado entre uma empresa petrolífera americana não identificada e as Forças Democráticas da Síria (FDS) lideradas pelos curdos, chamando a extração de petróleo de "roubo" e o movimento rebelde de "fantoche barato nas mãos da ocupação americana".
A chancelaria síria acrescentou que consideraria o acordo "nulo e sem efeito".
Damasco tem acusado há muito tempo Washington de saquear as reservas de petróleo sírias. Quando o presidente Donald Trump retirou as tropas americanas da Síria, em outubro passado, não houve uma retirada total.
Enquanto as tropas americanas que permaneceram nas proximidades dos campos de petróleo supostamente impediram o ouro preto de cair em mãos terroristas, as sanções contra o governo sírio significam que a Casa Branca também não entregou o petróleo a Damasco.

© AP PHOTO / FELIPE DANA
Combatente das Forças Democráticas Sírias (FDS), apoiado pelos EUA, perto da base do campo de petróleo de Al-Omar, leste da Síria (foto de arquivo)
Há rumores de que os EUA vendem o combustível em silêncio para compradores estrangeiros, com o presidente sírio Bashar Assad acusando o governo americano de o canalizar para a Turquia, assim como os terroristas do Daesh e Frente al-Nusra (organizações terroristas proibidas na Rússia e demais países) fizeram anteriormente.
Em uma audiência do Comitê de Relações Exteriores do Senado na quinta-feira (30), a senadora americana Lindsey Graham disse ter sido assinado um acordo para "modernizar os campos de petróleo no nordeste da Síria".
Antes de entrar em guerra civil, a Síria produzia 387 mil barris de petróleo por dia, dos quais 140 mil eram exportados para Alemanha e Itália, entre outros. A apreensão de suas reservas de petróleo, juntamente com as sanções norte-americanas sobre suas indústrias de energia e exportação, atingiu fortemente a economia síria.

segunda-feira, 27 de abril de 2020

Vídeo: revoltada, ex-mulher do cantor Luciano acusa Zezé di Camargo de estupro



Cleo Loyola, ex-mulher do cantor Luciano, se revoltou com uma suposta indireta que recebeu do antigo cunhado Zezé di Camargo e disparou, em seu Instagram, graves acusações contra o sertanejo. Entre as acusações, está a de estupro.

Após saber das falas do ex-cunhado, Cleo utilizou o Instagram para falar do sertanejo. “Oi Zezé Di Camargo, Zé Botinha, queria muito contar o que você fez comigo quando eu tinha 16 anos de idade. Mas já contei, né? Você não passa de um estuprador. Foi o que você fez comigo, quando o Luciano estava em São Paulo”, começou ela. “Você lembra também de uma mocinha que você violentou em Goiás? Que você deu dinheiro pro pai dela ficar calado”, disparou.

“Você tá jogando indireta pra mim meu amor? Vamos ver se você aguenta cara a cara. Eu não sou como meu filho que se vende por esmola. Meu filho deixou de ser curtido pela Zilu pra puxar saco da dente de cavalo [Graciela Lacerda, segundo ela]. Sabe que dia eu vou falar bem dessa família? Nunca”, continuou Cleo.

“Traidor que não vale nada, toca no meu nome que eu tenho como provar tudo o que estou falando. Mexe comigo. Vamos ver se tu aguenta”, avisou a ex-mulher de Luciano. Confira abaixo um trecho do vídeo com a denúncia:

Fonte: Bnews

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