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sexta-feira, 2 de outubro de 2020

Nagorno-Karabakh abate 3 aviões e 2 helicópteros do Azerbaijão, afirma Defesa da Armênia



Hoje (1º), o Ministério da Defesa da Armênia reportou que as Forças Armadas da não reconhecida república de Nagorno-Karabakh abateram três aviões e dois helicópteros azeris na região do conflito.

"Divisões da defesa antiaérea da Armênia em Nagorno-Karabakh abateram" as aeronaves, no sul e sudeste da contestada região, escreveu a porta-voz do Ministério da Defesa armênio, Shushan Stapanyan, em publicação no Facebook.
Ela declarou que o helicóptero caiu em território controlado pelas forças armadas de Nagorno-Karabakh.
As forças armadas da não reconhecida república de Nagorno-Karabakh abateram um avião e um helicóptero azeris, segundo Ministério da Defesa da Armênia, que anteriormente reportou o abate de um avião e um helicóptero azeris.
Anteriormente, a porta-voz declarou que suas forças atingiram um helicóptero militar do Azerbaijão, que caiu no Irã, próximo de Varazatumb, no sudeste da zona de conflito entre Nagorno-Karabakh e Azerbaijão.
O Ministério da Defesa do Azerbaijão negou que o helicóptero tenha caído após ser atingido pelas forças inimigas.

Conflito na região

O conflito em Nagorno-Karabakh começou em fevereiro de 1988, quando a Região Autônoma de Nagorno-Karabakh anunciou sua separação da República Socialista Soviética do Azerbaijão.
Baku perdeu o controle sobre Nagorno-Karabakh e sete distritos vizinhos entre 1992 e 1994 como resultado do confronto armado. Desde 1992, as negociações para a solução pacífica do conflito têm sido conduzidas pelo Grupo de Minsk da Organização para a Segurança e Cooperação na Europa, liderado por três países: Rússia, EUA e França.

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sábado, 4 de abril de 2020

Procedimentos para abate de jumentos na Bahia são regulamentados pela ADAB



A Agência de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab) regulamentou os procedimentos para o trânsito e o abate de jumentos na Bahia. Segundo informações da Adab, a preservação da espécie é garantida quando fica proibido o abate das fêmeas no terço final da gestação, o abate dos animais com peso inferior a 90 kg e na limitação de 40% do abate de fêmeas por lote. jumentos2 Foto reprodução De acordo com a agência, o bem-estar do jumentos é garantido pelas propriedades de triagem e criação, com responsável técnico, vinculado ao frigorífico e com capacidade de recepção e manutenção dos animais dentro das normas técnicas de bem-estar animal. As propriedades serão previamente cadastradas e fiscalizadas pelos técnicos da Adab. As empresas deverão ter estrutura de curral, cercas de divisas, bebedouros e alimentação suficiente para os jumentos. 

A Adab informou que, inicialmente, os animais serão abatidos pelo frigorífico da cidade de Amargosa, único no mundo credenciado pelo governo chinês para o abate de jumentos. A carne é utilizada para consumo humano e a pele é procurada pela indústria farmacêutica e de cosméticos. Os procedimentos foram regularizados no dia 17 de março. Em setembro do ano passado, o Tribunal Regional Federal (TRF) suspendeu a liminar da Justiça Federal que proibia os frigoríficos de abater jumentos na Bahia. 

 A ação estava em vigor desde dezembro do ano passado e atendia ao pedido de grupos defensores dos animais que denunciaram maus-tratos em um frigorífico da cidade de Itapetinga, sudoeste da Bahia. A fazenda de criação de jumentos onde os 200 animais morreram por maus-tratos foi interditada pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente no início deste mês. O local é investigado pela Polícia Civil e Ministério Público Estadual (MP-BA). A Agência de Defesa Agropecuária da Bahia também atua no caso. Com a interdição, a empresa foi impedida de levar novos jumentos para a fazenda. Apenas os que já estavam no local seguiram no processo de abate, até dezembro do ano passado. O Frigorífico Sudoeste, responsável por abater os animais, se comprometeu a suspender a operação até que a empresa chinesa resolva as irregularidades. A reportagem tentou falar com a empresa responsável pelos jumentos, mas não conseguiu contato até a publicação da reportagem. Fonte: G1

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