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sábado, 1 de junho de 2024

Telescópio James Webb detecta formação de 3 novas galáxias no espaço

 


Pesquisadores encontraram três galáxias em formação através de dados do Telescópio Espacial James Webb (JWST, na sigla em inglês), que revelaram que os achados no espaço possuem atualmente cerca de 13,8 bilhões de anos.

A descoberta foi possível por conta da quantidade elevada de gás ao redor das galáxias, que pode ser hidrogênio ou hélio, considerados os primeiros componentes do Universo. Diante disso, esses gases vão atuar como combustível para a formação de novas estrelas.
Segundo a coautora do estudo que localizou as galáxias, Simone Nielse, atualmente a área deixou de ver as galáxias como ecossistemas isolados e as novas descobertas ajudam a confirmar a mudança.
O estudo revelou ainda que a enorme reserva dos gases aponta que ainda não houve tempo suficiente para as três galáxias formarem a maior parte das suas estrelas. Agora os cientistas se debruçam para terem amostras sobre a característica das três descobertas.

A galáxia em primeiro plano é LEDA 2046648, e é vista há pouco mais de 1 bilhão de anos, enquanto a maioria das outras ficam ainda mais distantes, vistas em um passado distante - Sputnik Brasil, 1920, 08.03.2024
Ciência e sociedade
Astrônomos detectam galáxia extinta mais antiga já observada no Universo (FOTO)

Cabeça de Cavalo descoberta

Ainda no início deste mês, o telescópio também havia capturado imagens incrivelmente nítidas da nebulosa Cabeça de Cavalo, um dos corpos celestes mais impactantes no cosmo distante. As novas imagens mostravam ondas turbulentas de gás que se elevavam do lado ocidental da Orion B, uma nuvem molecular formadora de estrelas localizada a 1.300 anos-luz da Terra, na constelação de Orion.
A nebulosa em questão é uma nuvem em colapso de gás denso e frio que é iluminada por uma estrela jovem e quente embutida no seu canto superior esquerdo.
A estrutura semelhante a um cavalo que torna essa nebulosa tão distinta foi criada porque o gás mais leve se dissipou, deixando um grosso pilar de gás denso e poeira que é mais difícil de se dissipar. Entretanto isso não vai durar para sempre.
Os cientistas estimam que em cerca de 5 milhões de anos esse pilar de matéria mais densa vai desaparecer.

sábado, 3 de fevereiro de 2024

Telescópio James Webb descobre buraco negro mais antigo e distante já identificado (FOTO)

 


Graças ao Telescópio Espacial James Webb (JWST, na sigla em inglês) uma equipe de astrônomos descobriu o buraco negro mais distante e mais antigo alguma vez observado, enquanto ele devora sua galáxia hospedeira.

O buraco negro em causa, que é visto tal como era apenas 400 milhões de anos após o Big Bang, poderia ajudar a explicar como os buracos negros supermassivos cresceram tão rapidamente, escreve Space.com.
A descoberta pode ser um grande avanço na compreensão de como os buracos negros supermassivos alcançaram massas equivalentes a milhões ou bilhões de vezes a do Sol na época dos primórdios do Universo.
O buraco negro se encontra na antiga galáxia GN-z11, que está a 13,4 bilhões de anos-luz de distância e, portanto, é visto como era apenas 400 milhões de anos após o Big Bang. O buraco negro em si é cerca de seis milhões de vezes mais massivo que o Sol e parece estar se alimentando de matéria de sua galáxia circundante cinco vezes mais rapidamente do que o limite sugerido pelas teorias atuais.
Uma equipe de astrônomos liderada pelo Instituto Kavli de Cosmologia e Departamento de Física da Universidade de Cambridge usou o telescópio Webb para detectar o buraco negro mais antigo até agora, datado de apenas 430 milhões de anos após o Big Bang. Este buraco negro faminto está "comendo" sua galáxia hospedeira até a morte.
Roberto Maiolino do Departamento de Física da Universidade de Cambridge, líder da equipe de pesquisa, descreveu a descoberta como "um avanço gigante" para a ciência dos buracos negros.

"É muito precoce no Universo ver um buraco negro tão grande, então temos que analisar outras maneiras de como eles pudessem ter se formado", disse ele em comunicado. "As primeiras galáxias eram extremamente ricas em gás, por isso teriam sido como um bufete para os buracos negros", acrescentou Maiolino.

O tamanho dos primeiros buracos negros supermassivos que se formaram quando o Universo tinha menos de um bilhão de anos é um problema para as teorias de formação, porque para atingir uma massa de milhões ou bilhões de vezes a do Sol deve levar bilhões de anos de alimentação constante.

domingo, 7 de janeiro de 2024

NASA compartilha nova FOTO de Urano e seus satélites tirada pelo James Webb

 



Quando pensamos em Urano, geralmente temos em mente a imagem de uma esfera azul-clara. Afinal, foi essa a primeira imagem do astro, capturada em 1986. Mas o Telescópio Espacial James Webb acaba de nos dar uma perspectiva diferente desse planeta distante.

Usando o espectro infravermelho de luz, invisível ao olho humano e emitido por transferência de calor, o Telescópio Espacial James Webb (JWST, na sigla em inglês) da NASA foi capaz de capturar imagens raramente vistas de Urano e seus arredores.
Na verdade, a imagem publicada faz parte do mesmo conjunto, mas com uma resolução muito superior das publicadas em abril, que só tinham duas cores.
Esta imagem de Urano, capturada pela câmera de infravermelho do James Webb, mostra setas de bússola, barra de escala e chave colorida para referência - Sputnik Brasil, 1920, 21.12.2023
Imagem de Urano, capturada pela câmera de infravermelho do Telescópio Espacial James Webb, mostra setas de bússola, barra de escala e chave colorida para referência
Nove dos 27 satélites conhecidos de Urano também podem ser vistos na foto como esferas brancas e azuis brilhantes.
Tal como os anéis, os satélites orbitam o planeta ao longo do seu equador, que está inclinado 98 graus devido a um enorme impacto planetário no início de sua vida, o qual virou o planeta de lado, dizem os cientistas.

"JWST nos permite observar Urano e Netuno de uma maneira completamente nova, porque nunca tivemos um telescópio desse tamanho que olhe no [espectro] infravermelho", disse Naomi Rowe-Gurney, pesquisadora de pós-doutorado e embaixadora do sistema solar para o telescópio.

Ainda assim, Urano possui calotas polares, visíveis no centro do planeta na foto. Várias tempestades brilhantes também podem ser vistas perto e abaixo da borda sul da calota polar.
A NASA planeja uma missão espacial especializada a Urano em 2030.


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sexta-feira, 22 de dezembro de 2023

NASA compartilha nova FOTO de Urano e seus satélites tirada pelo James Webb

 


Quando pensamos em Urano, geralmente temos em mente a imagem de uma esfera azul-clara. Afinal, foi essa a primeira imagem do astro, capturada em 1986. Mas o Telescópio Espacial James Webb acaba de nos dar uma perspectiva diferente desse planeta distante.

Usando o espectro infravermelho de luz, invisível ao olho humano e emitido por transferência de calor, o Telescópio Espacial James Webb (JWST, na sigla em inglês) da NASA foi capaz de capturar imagens raramente vistas de Urano e seus arredores.
Na verdade, a imagem publicada faz parte do mesmo conjunto, mas com uma resolução muito superior das publicadas em abril, que só tinham duas cores.
Esta imagem de Urano, capturada pela câmera de infravermelho do James Webb, mostra setas de bússola, barra de escala e chave colorida para referência - Sputnik Brasil, 1920, 21.12.2023
Imagem de Urano, capturada pela câmera de infravermelho do Telescópio Espacial James Webb, mostra setas de bússola, barra de escala e chave colorida para referência
Nove dos 27 satélites conhecidos de Urano também podem ser vistos na foto como esferas brancas e azuis brilhantes.
Tal como os anéis, os satélites orbitam o planeta ao longo do seu equador, que está inclinado 98 graus devido a um enorme impacto planetário no início de sua vida, o qual virou o planeta de lado, dizem os cientistas.

"JWST nos permite observar Urano e Netuno de uma maneira completamente nova, porque nunca tivemos um telescópio desse tamanho que olhe no [espectro] infravermelho", disse Naomi Rowe-Gurney, pesquisadora de pós-doutorado e embaixadora do sistema solar para o telescópio.

Ainda assim, Urano possui calotas polares, visíveis no centro do planeta na foto. Várias tempestades brilhantes também podem ser vistas perto e abaixo da borda sul da calota polar.
A NASA planeja uma missão espacial especializada a Urano em 2030.


sábado, 18 de novembro de 2023

Telescópio Espacial James Webb detecta 2 das galáxias mais distantes já descobertas (FOTO)

 


Revelações recentes fornecidas pelo Telescópio Espacial James Webb (JWST, na sigla em inglês) permitiram uma compreensão mais profunda sobre a formação de galáxias, confirmando os princípios fundamentais da teoria do Big Bang.

O JWST, conhecido por sua precisão, alterou mais uma vez nosso entendimento sobre o cosmos, depois que foi capaz de revelar duas galáxias: a UNCOVER-z13 e a UNCOVER-z12. Os resultados do estudo foram publicados no Astrophysical Journal Letters.
Utilizando a lente gravitacional do aglomerado de galáxias Abell 2744, o telescópio espreitou para o passado e confirmou estas galáxias como a segunda e a quarta mais distantes já observadas. As galáxias, situadas a cerca de 3,5 bilhões de anos-luz de distância, têm características únicas, desafiando a típica forma de galáxias a tais distâncias.
Elas existiam quando o Universo tinha apenas cerca de 330 milhões de anos, são pobres em metais e formam ativamente estrelas. De acordo com as teorias atuais da astronomia, o Universo tem cerca de 13,7 bilhões de anos.
O Phys-org postou hoje [imagens] das galáxias extremamente distantes UNCOVER-Z13 e UNCOVER-Z12.. A primeira é a segunda galáxia mais distante já descoberta.

"As galáxias descobertas anteriormente a estas distâncias apareciam como um ponto nas nossas imagens […] mas uma das nossas parece alongada, quase como um amendoim, e a outra parece uma bola fofa", disse em comunicado Bingjie Wang, especialista que faz parte da equipe do JWST UNCOVER.

Ambas as galáxias partilham características-chave que apoiam o modelo do Big Bang. Elas são jovens, pequenas, possuem um baixo nível de elementos pesados e formam ativamente estrelas. Essas descobertas se alinham com a teoria dos estágios primordiais do Universo, onde as galáxias evoluíram através de fusões e rápido crescimento.


terça-feira, 19 de julho de 2022

NASA revela FOTOS deslumbrantes de Júpiter capturadas pelo James Webb

 



O Telescópio Espacial James Webb captou fotos detalhadas do maior planeta do Sistema Solar, informou a agência espacial norte-americana NASA.

Cientistas publicaram na quinta-feira (12) novas fotografias de Júpiter capturadas pelo Telescópio Espacial James Webb (JWST, na sigla em inglês).
Planeta Júpiter, seus anéis e satélites, capturados em duas fotos pelo Telescópio Espacial James Webb da NASA - Sputnik Brasil, 1920, 18.07.2022
Planeta Júpiter, seus anéis e satélites, capturados em duas fotos pelo Telescópio Espacial James Webb da NASA
Nas fotos é possível ver Júpiter, três de seus satélites, Europa, Tebe e Métis, os anéis tênues do planeta e a região na sua atmosfera conhecida como a Grande Mancha Vermelha.

"Não podia acreditar que vimos tudo tão claramente, e como eles [satélites] eram brilhantes", comentou em comunicado de quinta-feira (14) Stefanie Milam, vice-cientista de projeto do JWST para ciência planetária, baseada no Centro de Voos Espaciais Goddard da agência espacial norte-americana NASA em Greenbelt, Maryland, EUA.

As imagens do maior planeta do Sistema Solar foram apresentadas no relatório de comissionamento do JWST, e foram tiradas pela câmera quase infravermelha do telescópio espacial enquanto ele estava sendo testado.
Brilho do planeta Júpiter, seus anéis e satélites, capturados pelo Telescópio Espacial James Webb da NASA - Sputnik Brasil, 1920, 18.07.2022
Brilho do planeta Júpiter, seus anéis e satélites, capturados pelo Telescópio Espacial James Webb da NASA
"A observação de um planeta brilhante e seus satélites e anéis era esperada como um desafio, devido à luz dispersa que pode afetar o instrumento científico empregado, mas também o sensor de orientação fino [FGS, na sigla em inglês] deve rastrear estrelas-guia perto do planeta brilhante", indicou o relatório.

"Estas observações verificaram a expectativa de que a aquisição de estrelas-guia funciona com sucesso enquanto Júpiter estiver a pelo menos 140 polegadas [3,56 metros] de distância do FGS, consistente com a modelagem pré-voo", apontou.

A equipe do JWST também observou com sucesso vários asteroides durante o comissionamento para testar a capacidade do telescópio de estudar alvos em movimento rápido.
O novo telescópio, lançado no espaço em 25 de dezembro de 2021, é uma ferramenta multiuso de grande capacidade projetada para observar o passado do Universo estudando uma enorme variedade de objetos e fenômenos cósmicos, incluindo alguns em nosso próprio Sistema solar.


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