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segunda-feira, 22 de junho de 2020

Queimadas e região: decretos e lives inúteis, só servem para prejudicar alguns comerciantes e favorecer outros, enquanto a pandemia se alastra perigosamente



Grupo de combate a pandemia estão mais perdidos que a população


A Prefeitura de Queimadas tem uma mania de divulgar suas decisões com a seguinte frase: ESSE MUNICÍPIO TEM IMPRENSA OFICIAL. Como se isso fosse grande coisa, até porque pela lei da informação, ele tem mesmo que informar e essa tentativa de desqualificar outros órgãos de imprensa, não passa de perda de tempo. Até porque mais importante do que ter imprensa oficial, é tomar decisões corretas.

Esses decretos municipais e lives de prefeito e secretários, a realidade comprova que são inúteis, pois os casos só aumentam. Até porque o prefeito tem uma mania de fazer alarde e dizer que vai tomar uma decisão e logo em seguida voltar atrás. O novo decreto é praticamente idêntico ao anterior que não está servido pra nada! No domingo, o gestor anunciou que iria endurecer restrições, porém no dia seguinte, publica um decreto que na prática, continuará não servindo pra nada. Aliás, serve para dar prejuízo a uns e privilegiar outros. Deixa uns abrirem e outros ficam fechados no prejuízo! Se não está servindo para nada esses decretos ou se toma medidas mais corretas ou para de prejudicar outros comerciantes. Qual a urgência por exemplo, de manter casa lotérica aberta e fechar uma pizzaria ou lanchonete por exemplo? As LOTÉRICAS são locais onde mais transitam pessoas. Qual a urgência de se manter igrejas abertas? Será que Deus só ouvi orações vindas de templos? A movimentação continua como se nada tivesse acontecendo, ninguém respeita nada corretamente. 

No decreto fala por exemplo, que está proibido eventos, mas, é só no papel, pois todos os dias, ficamos sabendo de eventos que acontecem pelo município, inclusive carreatas, aniversários, churrascos e tudo mais! Então poque uma pizzaria e um restaurante não pode abrir? Porque alguns comerciantes tem privilégios e outros não! Se está proibido vender bebidas, por qual motivo as ruas tem tanta gente bêbada transitando, velhos pelas praças e pessoas com bebidas? Se não pode vender bebidas, porque o caminhão da bebida entra nos povoados toda semana para trocar dezenas de engradados de cerveja? O que a secretaria de saúde está fazendo de fato nos povoados. E no combate as outras pandemias, cadê as ações do município. Em cidades vizinhas estamos vendo carros fumacê passando o tempo todo. E em Queimadas?

Ou seja, Queimadas é só mais uma cidade de decretos e lives, onde a pandemia vai se alastrando perigosamente...

Em Capim Grosso, Santaluz, Filadélfia, Ponto Novo, Senhor do Bonfim, Jacobina e tantas outras, também seguem os decretos inúteis, onde os gestores se deixam levar pela ganância de comerciantes negativistas e o povo vai alastrando a pandemia. Ou seja, se você não se cuidar, não espere por esses gestores. Se cuide, fique em casa e se proteja.

Da redação do C7 NOTÍCIAS


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sexta-feira, 27 de março de 2020

'Alguns vão morrer, lamento, é a vida', diz Bolsonaro



O presidente Jair Bolsonaro disse nesta sexta-feira (27) que "alguns vão morrer" pelo novo coronavírus, mas não se "pode parar uma fábrica de automóveis porque tem mortes no trânsito". 

"Alguns vão morrer, vão morrer, lamento, é a vida. Não pode parar uma fábrica de automóveis porque tem mortes no trânsito", afirmou o chefe de Estado em entrevista para o Brasil Urgente, da Band. 
Ele voltou a afirmar que a COVID-19, doença causada pelo coronavírus, era uma "gripezinha"
"Para 90% da população, isso vai ser uma gripezinha ou nada", disse. "O número de óbitos abaixo dos 40 anos é insignificante", complementou. 

'Não estou acreditando nesses números'

Bolsonaro colocou em xeque os números de mortos registrados pelo próprio governo em relação ao estado de São Paulo. O presidente vem criticando as medidas de restrição à circulação adotadas pelo governador de São Paulo, João Doria. 
“No Rio de Janeiro, até os dados de ontem, nove óbitos, e 58 em São Paulo. Eu sei que a população tem uma diferença, mas está muito grande para São Paulo. Não pode ser um jogo de números para favorecer interesses políticos. Não estou acreditando nesses números de São Paulo, até pelas medidas que ele [Doria] tomou", disse Bolsonaro. 
Os números de casos e mortes são contabilizados pelas Secretarias estaduais de Saúde, mas divulgados pelo Ministério da Saúde. 

'O remédio para a doença é o trabalho'

Bolsonaro disse ainda que a população precisava voltar ao trabalho, chamando as medidas de isolamento social recomendadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS) de alarmismo. 
"O Brasil não pode quebrar por causa de um vírus. Tentam quebrar o Brasil com esse alarmismo", afirmou. 
"O maior remédio para a doença é o trabalho. Quem pode trabalhar, tem que voltar a trabalhar", acrescentou. 

'Não se pode esconder'

Bolsonaro disse ainda que permanecer em quarentena era se esconder. 
"Não pode se esconder, ficar de quarentena não sei quantos dias em casa e está tudo bem. Não é assim", criticou. 
Segundo o último balanço do Ministério da Saúde, divulgado nesta sexta-feira, o número de casos confirmados da COVID-19 no Brasil subiu para 3.417, com 92 mortes.

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