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sábado, 3 de outubro de 2020

Professor da Unemat morre uma semana após apresentar sintomas de Covid-19 em MT

Luiz Pacheco chegou na Unemat em 2006, quando ingressou por meio de concurso público como docente do curso de Administração no câmpus de Tangará da Serra.


O professor aposentado da Unemat Luiz Alfredo Pacheco, de 61 anos, morreu na madrugada deste sábado (3) após complicações da Covid-19, em Tangará da Serra.

Luiz Pacheco chegou na Unemat em 2006, quando ingressou por meio de concurso público como docente do curso de Administração no câmpus de Tangará da Serra. Ele atuou na instituição até março deste ano quando se aposentou.

O professor Luiz Pacheco, era considerado do grupo de risco, por ter problemas renais e diabetes. Ele foi internado no inicio desta semana com os sintomas da Covid 19, e veio a óbito nesta madrugada.

Como recomendam os protocolos de saúde, não haverá velório e sepultamento ocorrerá ainda neste sábado em Tangará da Serra.

A Unemat emitiu nota se solidarizando com os amigos e familiares do professor Luiz Pacheco e reforçando a necessidade de manter a vigilância e cuidados diante dessa pandemia que tem ceifado muitas vidas em todo o mundo.

segunda-feira, 13 de abril de 2020

Pacientes recuperados do coronavírus voltam a apresentar sintomas na Coreia do Sul

Soldado sul-coreano usando equipamento protetor contra o Covid-19, em 5 de março de 2020 — Foto: Lee Jin-man/AP

Autoridades deram a entender que em breve estudarão amenizar as recomendações rigorosas adotadas para evitar novos surtos.


A Coreia do Sul relatou nesta segunda-feira (13) que ao menos 116 pessoas inicialmente recuperadas do novo coronavírus voltaram a se infectar, mas autoridades deram a entender que em breve estudarão amenizar as recomendações rigorosas adotadas para evitar novos surtos.

O país só comunicou 25 casos novos nesta segunda-feira, mas o aumento de pacientes "reativados" causou preocupação enquanto o país se dedica a acabar com as infecções.

Autoridades ainda estão investigando a causa das recaídas aparentes, mas Jeong Eun-kyeong, diretor dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças da Coreia (KCDC), disse que o vírus pode ter sido reativado, ao invés de os pacientes terem sido reinfectados.

Outros especialistas disseram que exames defeituosos podem estar desempenhando um papel, ou que resquícios do vírus ainda podem estar nos sistemas dos pacientes, mas não serem infecciosos ou ameaçarem o hospedeiro ou outros.

Os 116 casos são mais do que o dobro dos 51 do tipo que a Coreia do Sul relatou uma semana atrás.

Envio de exames
A nação planeja enviar 600 mil conjuntos de exames de coronavírus aos Estados Unidos na terça-feira, a primeira remessa do tipo após um pedido do presidente norte-americano, Donald Trump, disse uma autoridade de Seul à Reuters nesta segunda-feira.

Enquanto isso, líderes governamentais pediram ao sul-coreanos que continuem a seguir as diretrizes e restrições a reuniões sociais, mas insinuaram que tais medidas podem ser amenizadas em breve.

A Coreia do Sul pediu à população que cumpra o distanciamento social rígido ao menos até 19 de abril, mas como o número de casos diminuiu e o clima melhorou, uma quantidade crescente de pessoas vêm desrespeitando as diretrizes.
Em uma reunião de gerenciamento de desastres realizada nesta segunda-feira, o primeiro-ministro, Chung Sye-kyun, disse que em breve o governo estudará o afrouxamento das diretrizes, que pedem que as pessoas fiquem em casa, evitem aglomerações de qualquer tipo e só saiam por motivos essenciais.

Alguns governos locais impuseram medidas mais rigorosas, como fechar bares e clubes noturnos, proibir grandes manifestações e limitar os cultos em igrejas.

Chung alertou que, mesmo quando as restrições forem suavizadas, o país não voltará à vida como era antes do surto.
Fonte: G1/Por Reuters

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