Total de visualizações de página

Leitores online

Mostrando postagens com marcador Virtual. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Virtual. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2022

Representação virtual do Universo recria com precisão sua evolução desde o Big Bang (VÍDEO)

 


O mapeamento cobre até 600 milhões de anos-luz da Terra e inclui mais de 130 bilhões de corpos celestes.

Cientistas da Universidade de Durham, no Reino Unido, criaram a maior e mais precisa representação virtual do Universo, que mostra a sua evolução completa desde o Big Bang até os dias de hoje, segundo a publicação na revista Monthly Notices of the Royal Astronomical Society.
O projeto, chamado SIBELIUS-DARK, cobre até 600 milhões de anos-luz da Terra e inclui mais de 130 bilhões de corpos celestes.
O objetivo da representação é refletir as consequências no mundo real das leis da física que atuam sobre a matéria escura e o gás cósmico ao longo dos 13,7 milhões de anos transcorridos desde a origem do Universo.
Para criar a representação, foram usados diversos computadores, com a simulação gerada por um supercomputador chamado COSMA do Instituto de Cosmologia Computacional da Universidade de Durham.

A equipe disse que a representação está tão de acordo com o modelo padrão do Universo, que inclui evidências da existência de matéria escura fria, a qual se acredita ser a "cola gravitacional invisível" que mantém unidas as galáxias sem refletir ou absorver luz.
Além disso, a representação mostra que o Superaglomerado de Virgem, onde se encontra nossa galáxia, é incomum já que tem uma população de "aglomerados estelares menores do que a média, por existir menor matéria escura que em outras regiões do espaço.

As mais vistas da semana

quinta-feira, 22 de outubro de 2020

Ministro Néfi Cordeiro, do STJ, aparece sem as calças durante julgamento virtual (vídeo)

 


As imagens mostram o ministro vestindo apenas a parte de cima da roupa, quando ele se levanta da cadeira

Metrópoles - Uma imagem chocou quem acompanhava sessão de julgamentos da 6ª Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) na última terça-feira (20/10). Em dado momento, o ministro Néfi Cordeiro apareceu sem as calças durante a transmissão. As imagens mostram o ministro vestindo apenas a parte de cima da roupa. O flagrante só é possível porque Néfi Cordeiro levanta da cadeira e parece mexer no celular. Rapidamente, ao lembrar que estava ao vivo, ele senta novamente.



Leia a íntegra no Metrópoles.


segunda-feira, 13 de abril de 2020

Virtual, mas bem real, sexo online mexe com cotidiano das quarentenas



Mundo- Quando a quarentena acabar, o roteirista P.N., 28, que pede para não ser identificado por motivos que serão conhecidos a seguir, terá que bloquear alguns contatos de sua lista no WhatsApp. “Acho que uns 40”, diz ele, brincando com a situação. “É tanta gente que combinei de fazer sexo que é melhor nem ver depois.”

Lá se vai quase um mês desde que ele transou com alguém, “apesar de não ter sido exatamente… bom”. A não ser, claro, que sexo virtual também conte. E, para ele, contou.

Desde 15 de março, ele passou a trabalhar em casa e só sai esporadicamente para ir ao supermercado. Foi ali, nos primeiros dias, que as coisas pareciam que seriam mais fáceis e prazerosas no resguardo.

“Estava excitado, não só no sentido sexual, mas com a situação nova”, diz. Tanta excitação culminou em dias intensos de prazer bem real, apesar da distância dos parceiros. Tudo estritamente virtual, como convém em época de pandemia do novo coronavírus.

O mesmo não pode dizer o barista Rafael Facury, 25. Apesar das regras e recomendações, ele saiu nesta semana como uma moça que conheceu no aplicativo Tinder.



Solteiro há pouco, a pandemia estaria atrapalhando sua vida sexual, não fossem os “avançados recursos de telecomunicação”. “Tem o lado do ego, é legal a pessoa querer te ver ou querer receber um nude, mas o negócio do sexo virtual rola mesmo”, diz.

No app de paquera, Rafael conheceu algumas mulheres durante a quarentena. Com umas saiu, com outras fez sexo virtual. “Conheci uma, começamos a ‘trocar ideia’ e ela já me passou o WhatsApp. No dia seguinte me chamou para ir na casa dela e já mandou uma foto pelada. Meu Deus, coisa linda!”, diz. “Mas por enquanto foi só via celular.”

Até aí tudo bem, para Rafael e para o roteirista lá do início desta reportagem. Acontece, porém, que aos poucos algumas coisas foram ficando mais claras –o que está longe de significar que as conclusões deles sejam uma regra.

O ímpeto e o interesse de P.N. pelas relações sexuais online, hoje, após quase um mês de quarentena, já não é o mesmo. “No começo fiz bastante, mas agora não ando com saco para mais nada disso”, afirma. “Estou me masturbando normalmente, mas só isso.”

Importante dizer que todos com quem ele transou pela internet ou pelo celular eram de alguma forma conhecidos. “São caras que ou eu conheço ou pelo menos sei quem são, tenho atração. Tem uma questão de segurança, porque tem muita gente louca por aí”, diz.

A queda de interesse por esse tipo de sexo não se deve a uma lista de conhecidos restrita, mas ao fato de que, em um determinado instante, para ele, o esforço estava sendo maior do que o prazer obtido.

“O sexo virtual é muito mental. É diferente de se masturbar, mas tem a ver com imaginação e fantasia”, diz. “Quando você está com alguém, frente a frente, tem outros sentidos envolvidos como o toque.”

Para Rafael, a segurança também é um ponto a observar. “Às vezes, elas pedem para a gente mandar [nudes], mas mando sem mostrar o rosto. Vai saber onde a foto vai parar.”

A questão para ele recai mais sobre o afeto ou a falta dele. “Claro que é legal ver uma pessoa diferente pelada, mas é muito melhor quando é alguém que você conhece e tem uma relação, carinho.”

O sexo pode até ser mais uma das carências que saltam aos olhos durante um período de confinamento, mas é o mais difícil com o qual o indivíduo tem que lidar. “É a grande prova de fogo. Outras privações são mais toleráveis, principalmente para os mais jovens”, diz o psicanalista Flávio Carvalho Ferraz, professor do Instituto Sedes Sapientiae.

Nesse contexto, a saída virtual parece inevitável e lógica, mas tem seus limites, diz Ferraz. “Tenho dúvidas se isso pode dar conta. Tem coisas que são mais pungentes e só o contato físico pode suprir”, afirma. “Não estou dizendo que é melhor ou pior, apenas que pode haver um limite.”

Essa relação marcada pelo fator espaço embute em si algo que pode se revelar um problema com o passar do tempo.

“Como há esse limite, podemos ver uma reação extrapolada após o final da quarentena”, diz o psicanalista.

Para o psiquiatra e psicanalista Ricardo Biz, casos em que o sexo virtual é uma forma de defesa podem causar problemas. “Toda defesa psicológica chega uma hora que satura. E os sintomas podem vir das mais variadas maneiras.”

Apesar das dificuldades, há quem consiga lidar com a abstinência e mesmo assim começar um relacionamento em meio à quarentena. A administradora de empresas, T.O., 23, conheceu seu “crush”, no Tinder, em meio à pandemia. Desde então, há 15 dias, um faz parte da vida do outro. Até filmes assistem juntos.

“Juntos” é força de expressão. Eles assistem separados, cada um em sua casa, mas combinam de apertar o play no mesmo instante e não param de trocar impressões sobre o filme no WhatsApp. O último foi, claro, um romântico: “Como eu era antes de você” -sobre o relacionamento amoroso entre um homem paraplégico e sua cuidadora.

“A gente tem se falado todos os dias. Como temos o gosto muito parecido, sempre conversamos sobre músicas e filmes, um compartilha uma música nova com o outro.”

A quarentena, para ela, que não gosta de fazer sexo virtual, impediu que qualquer coisa mais quente acontecesse. Não por falta de vontade. “Com certeza! Se a gente tivesse nessa intensidade ao vivo, já teria acontecido alguma coisa.”



Fonte Folha press

Minha lista de blogs