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domingo, 1 de maio de 2022

Lula no 1º de maio: "Bolsonaro governa para seus milicianos, alguns inclusive responsáveis pela morte de Marielle"

 


Ex-presidente discursou para multidão no início da tarde deste domingo (1), Dia do Trabalhador, no ato unificado das centrais sindicais em São Paulo

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva discursou no início da tarde deste domingo (1), Dia do Trabalhador, no ato unificado das centrais sindicais que ocorreu na Praça Charles Miller, em São Paulo, cercado por diversos sindicalistas, lideranças políticas e entidades dos movimentos sociais.

Lula iniciou sua fala alertando que, "quando a inflação cresce, o salário diminui". "Temos que lutar pela redução da inflação em aumento de salário, para que o povo possa comer. São 116 milhões de pessoas com insegura alimentar", disse. 

Ele ainda destacou que "esse presidente fascista a e genocida nunca reuniu as centrais, prefeitos, governadores ou movimentos sociais, portando, esse cidadão só governa para seus milicianos, alguns inslusive responsáveis pela morte de Marielle".

"E nós queremos saber: quem mandou matar Marielle?", questionou.

O petista também ressaltou em seu discurso que irá montar clubes de leitura em locais que hoje funcionam clubes de tiros bolsonaristas. "O ódio não pode vencer o amor".

Lula se desculpou pelo discurso deste sábado em relação aos agentes de segurança. "Eu ontem cometi um erro quando quis dizer que Bolsonaro não gosta de gente, só de polícia. Gostaria de pedir desculpas aos profissionais da segurança. Eu que vivo pedindo que a imprensa admita seus erros contra mim, não poderia deixar de pedir desculpas pelo meu erro.".

>>> 1°de maio: trabalhadores saem às ruas contra a fome, o desemprego e pelo Fora Bolsonaro (imagens, vídeos)



 

segunda-feira, 10 de agosto de 2020

Suspeito de matar Marielle foi instrutor de tiro de Flávio Bolsonaro


Em depoimento ao Ministério Público do Rio (MP-RJ), Flávio Bolsonaro confessou que ex-capitão do Bope e miliciano Adriano da Nóbrega, morto na Bahia e suspeito pelo assassinato da vereadora Marielle Franco, foi seu instrutor de tiro


O depoimento que o senador Flávio Bolsonaro (Republicanos -RJ) concedeu ao Ministério Público do Rio (MP-RJ), na investigação referente ao “esquema de rachadinha” supostamente comandado por ele, enquanto deputado estadual na Alerj, aponta sua proximidade com o miliciano Adriano da Nóbrega, ex-capitão do Bope morto na Bahia no dia 9 de fevereiro e um dos suspeitos pelo assassinato da vereadora Marielle Franco. Segundo Flávio, Nóbrega foi seu instrutor de tiro. A reportagem é do portal O Globo. 

"Conheci Adriano dentro do Bope, ele me dando instrução de tiro. (Conheci) Por intermédio do Queiroz, que serviu com ele no batalhão, não sei qual. Sempre fui um parlamentar que gostei de conhecer os policiais que iam para o combate, do dia a dia da rua, para o trabalho mais arriscado", disse Flávio, em depoimento no dia 7 de julho.
A reportagem ainda relembra que Queiroz e Capitão Adriano se conheceram em 2003, quando serviram juntos no 18º Batalhão da Polícia Militar do Rio de Janeiro. Pouco tempo depois, o então deputado estadual Flávio Bolsonaro homenageou Adriano com uma comenda da Alerj. Adriano estava preso à época, acusado de homicídio.
O MP-RJ sustenta que Flávio Bolsonaro e seu ex-assessor Fabrício Queiroz são os líderes de uma organização criminosa que desviava arte dos salários de assessores nomeados na Alerj —vários deles seriam funcionários fantasmas. Flávio e Queiroz sempre negaram as acusações.

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