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quinta-feira, 6 de janeiro de 2022

Irmãos morrem após receberem descarga elétrica ao tentar conectar carregador de celular a tomada

 



Dois irmãos morreram após receberem uma descarga elétrica enquanto tentavam conectar um carregador de celular na extensão da tomada da casa em que moravam no distrito de Iratinga, zona rural de Itapajé, no interior do Ceará, na tarde de terça-feira (4). Segundo o g1, João Anderson da Silva Mesquita, de 17 anos, e José Gabriel da Silva Mesquita, 18, foram socorridos, mas não resistiram e morreram antes de chegarem ao hospital. Segundo a Secretaria da Segurança Pública, os jovens sofreram uma descarga elétrica juntos, pois estavam próximos. Chovia e trovejava na região no momento do acidente. Ainda conforme a pasta, a perícia forense foi acionada e fez os primeiros levantamentos sobre o caso, que vai ser investigado pela Polícia Civil. Conforme uma parente dos jovens, o corpo das vítimas foi levado para necropsia na cidade de Sobral.


sábado, 13 de novembro de 2021

Evangélicas que vendem prazer fazem sucesso com sex shop para irmãos: ‘Público fiel’

 


O fenômeno do crescimento numérico dos evangélicos na sociedade motivou o surgimento de comércios de nicho, voltado a esse público, e isso não foi diferente no caso das chamadas sex shop. No Rio, duas fiéis encontraram o filão e estão se tornando conhecidas entre os irmãos na fé.

A assembleiana Carolina Marques, que já tinha um filho de um relacionamento anterior, disse ter esperado o casamento com o atual marido para praticar o sexo. Depois de formalizada, a união tem sido apimentada com os produtos que ela mesma vende em sua sex shop, Love Store Consensual.

Um critério usado por ela para escolher os produtos que oferece na loja é a discrição: “Não tem como vender produtos chamados ‘ppk louca’, ‘ ‘vai fundo’, isso assusta esse público, pode acabar afastando”, comentou.

Em entrevista ao portal G1, a empresária, que se formou massoterapeuta, reforçou a percepção de que o sexo entre evangélicos é visto como um tabu, e assim, justificou a necessidade de empreendimentos como o dela.

“A ideia é mostrar que o sexo pode ser uma conversa saudável, um assunto para se tratar sem medo e que começa muito antes da cama. Se a esposa não quer porque está cansada, o marido tem que pensar se ele tem feito a parte dele na casa. Às vezes, a mulher só está sobrecarregada com as tarefas, o trabalho, os filhos”, teorizou.

Outra empresária evangélica no mesmo ramo e na mesma cidade é Andrea dos Anjos, 43 anos, frequentadora de uma Igreja Batista. Sua loja, Memórias da Clo, também vem ganhando público na zona oeste da Cidade Maravilhosa.

“São clientes um pouco diferentes da maioria, porque, devido à religião e a alguns dogmas, ficam envergonhados e constrangidos, mas é um público fiel. Dou consultoria informalmente”, declarou.

Mesmo com o crescimento, a discrição continua sendo um pré-requisito: “Tenho clientes que pedem para eu mandar os produtos em caixa de remédio, em saco de padaria, para que ninguém saiba mesmo”, contou Andrea.

Os clientes são 95% de mulheres segundo as duas empresárias, e corroboram essa constatação: “Tinha medo de ser julgada. Produtos íntimos, até onde apresentavam pra mim com naturalidade, eram produtos de higiene. Em uma sex shop normal, me sentia atacada de informação, imagens apelativas, próteses de genitálias na nossa cara durante o atendimento”, diz uma das clientes da ConSensual.

Uma cliente da Memórias da Clo reforçou que ter uma vendedora que compartilhe de sua fé ajudou no processo: “Sou casada há 15 anos, conversei com meu esposo que uma amiga minha que também é evangélica vendia esses produtos e se ele aceitaria usá-los para sairmos da rotina […] Mudou muito o meu casamento, com toda certeza, não é porque somos evangélicas que também não podemos usar umas coisinhas, né?”, disse, rindo. 

Gospel Mais / por Tiago Chagas

quinta-feira, 23 de setembro de 2021

Três irmãos agricultores que recusaram vacina contra a Covid-19 morrem em intervalo de 8 dias em SC

 

Valdir, Deneci e Denilde Carboni Pedro, de 48, 51 e 53 anos — Foto: Funerária Menino Deus/Divulgação


Segundo a prefeitura de São João do Sul, familiares que também tinham negado a imunização procuraram o posto de saúde após as mortes.

Por Carolina Fernandes Catarina Duarte, g1 SC e NSC

Três irmãos agricultores morreram por Covid-19 em um intervalo de oito dias em São João do Sul, no Sul catarinense. Eles não estavam imunizados contra a doença, segundo a prefeitura da cidade. Uma mulher de 53 anos, que era a mais velha, e um homem de 48, o mais novo do trio, morreram no dia 13 de setembro. Nesta terça-feira (21), a outra irmã, uma mulher de 51 anos faleceu. Os três foram sepultados no cemitério do município.

Segundo a secretária de saúde de São João do Sul, Rejane Elíbio de Borba, Valdir, Deneci e Denilde Carboni Pedro, de 48, 51 e 53 anos foram procurados pelas equipes de saúde diversas vezes para serem imunizados contra a doença. A família nega que a pasta tenha entrado em contato.

"Em função disso eles foram contaminados. Os três acabaram internados e os sintomas não pararam de evoluir. Eles foram levados para a UTI e depois intubados. Dois deles morreram no mesmo dia", disse a secretária.

A última vítima ficou hospitalizada por 21 dias. Ela teve problemas renais e chegou a ser submetida a traqueostomia.

Na cidade, 17 pessoas morreram por complicações da doença até esta quarta-feira (22). Os dados são da Secretaria de Estado de Saúde (SES).

Segundo o cronograma estadual de vacinação, no momento das mortes os irmãos poderiam estar completamente imunizado quando contraíram a doença.

De acordo com a prefeitura, familiares que também tinham negado a imunização, procuraram o posto de saúde após as mortes. Conforme a secretária de saúde, o caso é considerado atípico no município.




 

quinta-feira, 24 de setembro de 2020

Irmãos de 15 e 20 anos morrem com coronavírus no interior de SP: 'Verdadeira tragédia', diz pai

Irmãos morreram com coronavírus em Tanabi — Foto: Arquivo Pessoal

De acordo com a família, que mora em Tanabi (SP), Isac Reis, de 20 anos, não possuía comorbidades. Já Rebeca Reis, de 15, era portadora de Síndrome de Down.


Dois irmãos morreram infectados pelo novo coronavírus em Tanabi, no interior de São Paulo, em menos de um mês.

De acordo com a família, Isac Reis, de 20 anos, e Rebeca Reis, de 15 anos, não resistiram às complicações causadas pela Covid-19. O rapaz morreu nesta quarta-feira (23), e a irmã, no dia 27 de agosto.

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Isac e Rebeca colheram material genético e testaram positivo para o novo coronavírus. O corpo dos dois irmãos já foi enterrado.

"Foi muito complicado receber a notícia das mortes. Sofremos uma verdadeira tragédia", afirma o pai Roberto Reis da Silva, de 60 anos. 


Roberto e a esposa também contraíram a doença, mas se já recuperaram.

Ainda conforme a família, Isac ficou 21 dias internado no Hospital de Base de São José do Rio Preto (SP). Ele não possuía comorbidades e não resistiu às complicações da doença.

A irmã dele era portadora de Síndrome de Down e tinha dificuldades para se comunicar. Rebeca foi levada para a Santa Casa de Tanabi e morreu no mesmo dia em que foi internada.

Até esta quarta-feira, a prefeitura contabilizava 1.234 casos confirmados, com 25 mortes.

Por G1 Rio Preto e Araçatuba

sexta-feira, 24 de julho de 2020

Operação Dois Irmãos em conjunto das 91ª e 24ª CIPM é realizada em Capim Grosso




Na noite desta sexta-feira a cidade de Capim Grosso foi surpreendida com uma operação em conjunta das 91ª e 24ª CIPMs .
O Major Flayton, Comandante da 24ª Companhia Independente de Jacobina, deslocou a tropa até Capim Grosso e disse que é uma parceria operacional e vão trabalhar de forma harmônica, levando segurança pública para onde for necessário operar, sendo duas tropas importantes e o município terá momentos de tranquilidade.



O Major Berenilson, Comandante da 91ª CIPM, disse que o a operação tem o aval do Comandante Geral da PM, Coronel Anselmo Brandão, e visa trazer mais segurança para a população, combater o tráfico de drogas e porte ilegal de arma, com uma filosofia de muito trabalho e confiança da população, trazendo paz e se mantendo próximos da comunidade de uma forma precisa.


Cerca de quinze viatura e mais de quarenta homens da PM foram envolvidos e fortaleceram o efetivo para defender a população.

Foram percorridos vários bairros e a operação foi deslocada para continuidade nas cidades de Várzea da Roça e São José do Jacuípe.

O nome da operação foi dado pela aproximação entre as cidades de Jacobina e Capim Grosso, parceiras no efetivo policial.



Reportagem:Br324/frnoticia/sionesantos


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