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quinta-feira, 15 de julho de 2021

Entrevista de Bolsonaro derruba audiência do programa de Sikêra Jr

 


entrevista concedida por Jair Bolsonaro nesta quinta-feira (15) diretamente do hospital onde está internado ao apresentador Sikêra Jr., exaltada por ele durante o programa na RedeTV!, não causou nenhum efeito positivo à produção, conforme matéria do site Teleguiado

De acordo com o placar da Kantar Ibope Media, o "Alerta Nacional" teve, entre 18h29 e 18h40, 1 ou 1,2 ponto na pesquisa em tempo real. Às 18h23, quando Bolsonaro já não aparecia mais, o programa tinha 1,8 ponto. Os índices ainda precisam de consolidação. 

Dada o perfil do público de Sikêra Jr., classificado pelo próprio como "conservador" e "patriota", a participação surpresa de Bolsonaro deveria catapultar a audiência da RedeTV!, o que não ocorreu. 

segunda-feira, 12 de julho de 2021

Rocha espacial de 4,5 bilhões de anos caída no Reino Unido pode desvendar segredos da vida

 


Desde a descoberta no início de 2021, cientistas têm estudado o meteorito Winchcombe para entender sua mineralogia e química para aprender como o Sistema Solar se formou. Até o momento, já se sabe que a rocha contém ampla variedade de material orgânico.

Com apoio de um financiamento do Conselho de Instalações de Ciência e Tecnologia (STFC, sigla em inglês), os cientistas acreditam estar perto de desvendar origem do planeta, através de pesquisa realizada sobre o meteorito raríssimo que caiu no Reino Unido no início deste ano.

Os estudos sugerem que a rocha espacial remonta ao início do Sistema Solar, 4,5 bilhões de anos atrás. O meteorito Winchcombe, assim chamado em homenagem à cidade de Gloucestershire onde pousou, cerca de 165 quilômetros de Londres, é um tipo extremamente raro chamado condrito carbonáceo. É rochoso, rico em água, matéria orgânica e reteve sua química desde a formação do Sistema Solar.

Raro meteorito pode guardar segredos para a vida na Terra. No início deste ano, financiamos uma equipe de cientistas planetários de todo o Reino Unido, auxiliando na pesquisa do meteorito Winchcombe.

O STFC forneceu uma bolsa de urgência para financiar o trabalho de cientistas planetários em todo o Reino Unido. Desta maneira, o Museu de História Natural pôde investir em instalações de curadoria de última geração para preservar o meteorito, e também apoiar análises mineralógicas e orgânicas sensíveis ao tempo em laboratórios especializados em várias instituições importantes do Reino Unido.

A pesquisadora Ashley King, do programa Futuros Líderes do UK Pesquisa e Inovação do Departamento de Ciências da Terra no Museu de História Natural agradeceu pelo financiamento que proporciona o estudo do primeiro meteorito a ser recuperado em 30 anos no Reino Unido e o primeiro condrito carbonáceo do país.

"O financiamento do STFC está nos ajudando nesta oportunidade única de descobrir as origens da água e da vida na Terra […] temos conseguido investir em equipamento de última geração que contribuiu para nossa análise e pesquisa do meteorito Winchcombe", contou.

O cientista Luke Daly, da Universidade de Glasgow afirmou: "Ser capaz de investigar Winchcombe é um sonho que se tornou realidade […] Para que um meteorito condrito carbonáceo caia no Reino Unido e seja recuperado tão rapidamente e tenha uma órbita conhecida, é um evento realmente especial e uma oportunidade fantástica para a comunidade científica planetária do Reino Unido", entusiasmou-se.

Já Queenie Chan, do Royal Holloway da Universidade de Londres, acrescentou: "As análises preliminares da equipe confirmam que Winchcombe contém uma ampla variedade de material orgânico! Estudar o meteorito apenas algumas semanas após a queda, antes de qualquer contaminação terrestre significativa, sugere que realmente estamos perscrutando de volta no tempo com os ingredientes presentes no nascimento do sistema solar e aprendendo sobre como eles se uniram para formar planetas como a Terra", detalhou.

Um pedaço do meteorito Winchcombe está agora em exibição pública no Museu de História Natural de Londres.

Imagens de satélite provocam especulações de que China estaria construindo sua própria 'Área 51'

 


Uma extensa, remota e misteriosa área de terreno localizada na província chinesa de Xinjiang desencadeou novas especulações que Pequim possa ter criado sua própria "Área 51", onde estaria trabalhando no desenvolvimento de aeronaves militares não tripuladas.

A Área 51 original é uma instalação classificada da Força Aérea dos EUA localizada na vasta zona militar Nevada Test and Training Range, sendo frequentemente considerada local de desenvolvimento e condução de testes de aeronaves experimentais e novos sistema de armas.

A edição War Zone compartilhou imagens de satélite feitas em 1º de junho, obtidas pela empresa norte-americana Planet Labs, que mostram a base de testes secreta da China perto da cidade de Malan, na província de Xinjiang.

Na referida província existe também uma instalação chinesa de testes nucleares, em Lop Nur, criada em 1959 onde foram realizados cerca de 45 testes nucleares antes de cessar as operações em 1996.

A edição dos EUA sugere ter identificado uma série de protótipos de drones da Força Aérea do Exército Popular de Libertação (EPL) com um caça tripulado J-16 Flanker na pista de pouso e decolagem.

Nas mais recentes imagens do aeródromo de Malan em Xinjiang, um caça J-16, que estaria passando por determinados novos testes possivelmente ligados à introdução de métodos de inteligência artificial, surge junto com veículos aéreos não tripulados.

Enquanto as imagens de aeronaves não tripuladas no local não são uma novidade, o que chamou a atenção dos especialista foi a combinação de aeronaves não tripuladas e tripuladas na base.

"À primeira vista, pensamos que poderia ser um aparelho aéreo não tripulado ou opcionalmente tripulado derivado do Flanker que estaria passando por testes ou tivesse algo a ver com um agrupamento aéreo de aeronaves tripuladas e não tripuladas", comentou o colunista da War Zone Tyler Rogoway.

O portal sugere que possa estar em andamento um programa de implementação de inteligência artificial (IA).

Cerca de 200 km a sudeste de Lop Nur, existe uma instalação mais estranha ainda, que estaria passando por vastos trabalhos de expansão. As primeiras evidências disso foram relatadas em 2016.

As três pistas de decolagem de 5 km de comprimento cada uma estão posicionadas em uma formação triangular, segundo apontam imagens de satélite fornecidas pela empresa comercial Maxar para a organização NPR.

Lula chama Bolsonaro de genocida e diz estar 'totalmente à disposição' para ser candidato a presidente

 


O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva concedeu entrevista ao canal de TV Euronews, divulgada nesta segunda-feira (12), e falou sobre a situação política e da pandemia no Brasil.

Lula destacou que o governo de Jair Bolsonaro deixou de comprar 70 milhões de doses de vacinas contra a Covid-19 no início da pandemia e não o fez, fato que, aliado ao negacionista do presidente, impulsionou o número de mortes no país.

"A única coisa que ele acredita é em vender remédio que não presta para combater o coronavírus. Mais da metade das pessoas que morreram no Brasil é pela irresponsabilidade e pelo comportamento do governo brasileiro", disse Lula.

"É por isso que eu faço questão de dizer que ele [Bolsonaro] é um genocida pela quantidade de mortes que nós tivemos no Brasil", afirmou o ex-presidente.

Segundo o Ministério da Saúde, nesta segunda-feira, foram registrados 745 novos óbitos em decorrência da Covid-19, o que eleva o total de vítimas fatais da doença no país a 534.233. O total de infecções confirmadas no país avançou para 19.106.971.

Sobre as eleições de 2022, Lula disse que o povo terá a oportunidade de escolher entre a democracia ou a continuidade "de um fascista" no governo.

Assista à entrevista de Lula ao Euro News:



sexta-feira, 9 de julho de 2021

WHATSAPP DEIXARÁ VOCÊ ENVIAR FOTOS E IMAGENS COM MAIS QUALIDADE

 


Os rastros do recurso apareceram na versão 2.21.14.16 do WhatsApp Beta para Android. O seletor se encontra nas configurações de armazenamento e dados do mensageiro.


A opção é conhecida como “Photo upload quality” (“Qualidade de upload de fotos”, em tradução livre) e fica acima das definições de qualidade para vídeos.


Ao todo, há três opções disponíveis: automático, melhor qualidade e economia de dados.


Na prática, isto significa que será possível poderá escolher o nível de compressão das imagens que são enviadas no serviço. Mas o WhatsApp adverte que “as fotos de melhor qualidade são maiores e podem demorar mais para serem enviadas”.


WhatsApp prepara envio de vídeos com mais qualidade


O seletor não ficará restrito somente às imagens. O WhatsApp também está preparando uma opção para escolher a qualidade de vídeos repassados em conversas do mensageiro. Os detalhes foram revelados pelo mesmo site no último dia 1º.


As opções de qualidade para envio de vídeos ainda não estão disponíveis aos usuários tanto do WhatsApp Beta quanto da versão estável do aplicativo de mensagens.


Com As opções de qualidade para envio de vídeos ainda não estão disponíveis aos usuários tanto do WhatsApp Beta quanto da versão estável do aplicativo de mensagens.


Com informações: WABetaInfo


O funcionamento do recurso é similar às opções destinadas ao nível de compressão de fotos e imagens. A configuração também apresenta três opções, todas com o mesmo nome. Além disso, o mensageiro ainda alerta que vídeos com a melhor qualidade “são maiores e podem demorar mais para enviar”.

quarta-feira, 7 de julho de 2021

Mídia da China satiriza direito ao porte de armas nos EUA em meio a recentes tiroteios (FOTO)

 


A controversa Segunda Emenda da Constituição dos EUA, que prevê o direito ao porte de armas, resultou ser a causa direta de cerca de 450 tiroteios enquanto os americanos comemoravam o 245º aniversário da independência do país.

A Xinhua, a agência de notícias estatal da China, publicou nesta terça-feira (6) uma charge política em sua conta do Twitter em que satirizou os efeitos diretos do direito dos americanos de portar armas, em referência aos violentos incidentes ocorridos durante as celebrações do Dia da Independência dos EUA.

Como a nação de gatilho fácil passa o seu fim de semana de 4 de julho [Dia da Independência nos EUA].

A charge exibe dois políticos dos EUA brindando à "liberdade" enquanto outra pessoa, que parece ser um bêbado e segura uma pistola e fuzil nas mãos, acrescenta: liberdade "de disparar". Ao seu lado, se pode ver uma lápide com a inscrição: "Mortes por armas de fogo".

"Com a violência armada acontecendo quase todos os dias, em que medida os direitos humanos poderão ser garantidos? Isso também pode ser chamado de liberdade?", pergunta Zhang Heqing, conselheiro cultural da embaixada da China no Paquistão, comentando a publicação.

De acordo com a CNN, durante o final de semana passado, pelo menos 150 pessoas morreram nos EUA em resultado de mais de 400 incidentes armados.

O nível de violência armada na primeira metade de 2021 aumentou quase 40% em Nova York relativamente ao período homólogo de 2020.

Analista explica o porquê do abrupto crescimento nas exportações de carne bovina do Brasil para EUA

 


A Sputnik Brasil conversou com um especialista em mercado de carne bovina sobre as possíveis consequências do interesse norte-americano na carne nacional para a cadeia produtiva do bovino no Brasil.

As exportações de carne bovina do Brasil, somando o produto in natura e o processado, fecharam o primeiro semestre de 2021 com queda de 3,2%, a 880 mil toneladas, anunciou na terça-feira a Associação Brasileira de Frigoríficos (Abrafrigo). Ainda assim, Abrafrigo registrou aumento de 4,4% na receita de janeiro a junho, com uma movimentação de 880.007 toneladas e receitas de US$ 4,084 bilhões (aproximadamente R$ 21,46 bilhões).

No semestre, a China importou 519.022 toneladas, com receita de US$ 2,412 bilhões (RS 12,67 bilhões), o que representa 58,9% do total movimentado pelo país. No ano passado, no mesmo período, a movimentação era quase a mesma: 518.925 toneladas, com receita de US$ 2,358 bilhões ou 57,1% do total exportado pelo Brasil. Esse volume chinês é muito parecido com o do ano passado, quando Brasil exportou 518.925 toneladas para Pequim.

A grande novidade no balanço do semestre foi o volume de exportações para os EUA. As exportações de carne bovina para o país cresceram 111,3%. De 20.108 toneladas nos primeiros seis meses de 2020 para 42.482 toneladas no primeiro semestre deste ano. Esse crescimento catapultou os EUA para o segundo lugar entre principais compradores de carne bovina brasileira.

Para entender melhor esse crescimento no interesse norte-americano na carne nacional e as consequências para os frigoríficos brasileiros, a Sputnik Brasil conversou com Augusto Carneiro, especialista em mercado de carne bovina e trader da empresa Sudambeef.

Carne sendo processada em uma fábrica de processamento de carne (foto do arquivo)
© SPUTNIK / IGOR ZAREMBO
Carne sendo processada em uma fábrica de processamento de carne (foto do arquivo)

Crescimento abrupto

Augusto Carneiro afirma que a subida no volume de exportações para os EUA não é totalmente surpreendente e explica as razões para o crescimento repentino.

"Fiquei surpreso com a força desse crescimento, com o percentual ... [Mas] não é um crescimento que já vem de um mercado importante, com muito volume. É um mercado que sai quase do zero", comenta. Acrescentando que o Brasil recomeçou a exportar para os EUA recentemente, com poucas plantas aprovadas, por isso o grande crescimento incide em um volume que "era praticamente insignificante".

Esse interesse dos EUA na carne bovina brasileira é explicado em parte pelo fato de a China ter começado a importar mais carne norte-americana depois que Pequim proibiu a importação de carne de vaca das grandes empresas australianas, citando preocupações de segurança.

"[Os EUA] são grandes produtores, são grandes exportadores, mas quando você exporta muito, abre também uma fatia do mercado para importar e suprir alguma eventual necessidade que tenha em um mercado interno grande como é o mercado norte-americano. E aí entra justamente a carne brasileira, principalmente de corte dianteiro", contextualiza o especialista.

Augusto Carneiro explica que o corte dianteiro não é nobre, não é para consumo de formato in natura, para fazer um bife ou cozinhar. "É tradicionalmente para industrializar, para fazer hambúrguer", explica, acrescentando que o brasileiro não é um grande consumidor desse corte, mas garante que a qualidade é também boa e que essa nova demanda pode ser um bom momento para os frigoríficos nacionais.

Trabalhadores na fábrica de carne bovina da JBS
© REUTERS / PAULO WHITAKER
Trabalhadores na fábrica de carne bovina da JBS

Oportunidade para a cadeira brasileira

O trader da Sudambeef vê com bons olhos o interesse dos EUA na nossa carne bovina, mas faz uma ressalva sobre a aprovação dos frigoríficos por Washington, destacando que é necessário que o Brasil tenha uma abertura para várias plantas produtoras.

"Dependendo de como for a abertura de plantas brasileiras para os EUA, isso será benéfico. Se a gente tiver, por exemplo, vários grupos frigoríficos, várias empresas aprovadas pelos EUA, vai ser uma coisa bem bacana para a cadeia do Brasil como um todo. Agora, se ficar na mão de poucos, aí desestrutura a cadeia produtiva do bovino no Brasil."

O especialista esclarece que, caso as plantas aprovadas fiquem concentradas em poucos frigoríficos, como JBS, Marfrig e Minerva Foods, que já estão se beneficiando do boom porque todas possuem plantas aprovadas para embarcar para os EUA, muitos frigoríficos podem vir a fechar as portas.

"É vantajoso sim, vejo com bons olhos, mas com essa ressalva que a gente tem que ter atenção para essa questão interna porque se for só para poucos nós vamos desestruturar até a questão do emprego no setor dos frigoríficos do Brasil […]. Se a carne é brasileira, deve-se dar a devida atenção a todos os frigoríficos que estão na área de carne do Brasil e não deve ter critério político de selecionar somente alguns em detrimento de outros. Se a planta tem condição, se tem estrutura, se cumpre com os requisitos técnicos, ela deve ser aprovada como qualquer outra", conclui.

China e Rússia

Augusto Carneiro destaca que, apesar do crescente interesse de Pequim na carne de Washington, a China segue com uma abertura muito grande para a carne brasileira, um mercado que cresceu muito para o Brasil nos últimos anos. Além disso, diferentemente da situação atual que temos com os EUA, o Brasil possui vários frigoríficos aprovados por Pequim.

O especialista afirma ainda que a relação EUA-China é cheia de altos e baixos e que agora o governo chinês "entendeu que cabe uma abertura para a carne norte-americana" e que existe a "questão política também, de fazer uma concessão, para, obviamente, colher alguns benefícios disso." Mas ressalta que o Brasil tem uma vantagem competitiva: a carga tributária de importação da carne norte-americana na China é muito superior à carga tributária aplicada a uma carne de origem brasileira.

Augusto Carneiro encerra comentando o cenário das exportações de carne bovina para a Rússia, que caiu cerca de 80% nos últimos dez anos.

Comerciante mostra carne suína em mercado na região de Tomsk, Rússia (foto de arquivo)
© SPUTNIK / YEVGENY EPANCHINTSEV
Comerciante mostra carne suína em mercado na região de Tomsk, Rússia (foto de arquivo)
"Em termos de presente e futuro, eu acho que nós não devemos ter um reaquecimento no comércio de carne bovina do Brasil para a Rússia […] houve um crescimento bastante considerável de produção de carne de frango e suíno [na Rússia] e o perfil do consumo russo está muito mais voltado para produtos industrializados, como salame e fiambre, do que uma peça de carne in natura, um bife não é tão popular. E nessa linha de produtos, o produtor industrial pode usar frangos, suínos, não necessariamente só a carne bovina", comenta.

O especialista acrescenta que o custo do suíno e do frango é mais baixo por causa da produção local e que a Rússia começou uma produção local de bovino, fazendo com que não haja mais tanta necessidade de importação.

"E, em paralelo, o Brasil encontrou a China. De forma que o Brasil não está tão dependente do mercado russo como comprador, como era antes, e a Federação da Rússia também não está em posição de tanta dependência de importar a carne a brasileira como era antes. Quando não se tem necessidade grande nem de um lado nem de outro, não vejo razão para que, de repente, o mercado exploda em volume outra vez", diz Augusto Carneiro.

As opiniões expressas nesta matéria podem não necessariamente coincidir com as da redação da Sputnik

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