Total de visualizações de página

Leitores online

Mostrando postagens com marcador aumentam. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador aumentam. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 19 de setembro de 2024

Queimadas: Risco de Kelé ficar inelegível nas vésperas da eleição e rejeição das contas do prefeito aumentam a tensão

 



O cenário político de Queimadas, na região sisaleira da Bahia, está marcado por incertezas na disputa para definir quem governará o município a partir de janeiro de 2025. Clementino José dos Santos Rodrigues (PT), conhecido como Kelé, enfrenta um processo de impugnação de sua candidatura à prefeitura após ser indicado para substituir Paulo Sérgio Brandão Carneiro, o Serginho, cuja candidatura foi indeferida pela Justiça Eleitoral. Kelé é alvo de acusações de inelegibilidade e irregularidades em contratos com o município.

A impugnação foi apresentada pela coligação adversária que apoia o candidato a prefeito Ricardo Lopes (PSD). Segundo a coligação, Kelé não poderia concorrer porque é sócio e administrador de empresas que firmaram contratos com a Prefeitura de Queimadas nos seis meses anteriores à eleição, o que fere as regras eleitorais. Além disso, a coligação argumenta que a candidatura de Kelé não foi formalizada adequadamente, faltando documentos como a ata de substituição no sistema CANDEX, obrigatória para validar o registro.

Kelé, que conta com o apoio do grupo do atual prefeito André Andrade (PT), nega as acusações. Ele afirma que sua candidatura foi regularizada conforme a lei após o indeferimento de Serginho e sustenta que todos os documentos necessários foram entregues. Kelé também argumenta que, mesmo na ausência de algum documento, a lei permite sua inclusão até o final do processo. Sobre os contratos com o município, ele declara que todos foram firmados por meio de processos licitatórios regulares.

Além da impugnação eleitoral, Kelé é alvo de uma Ação Popular movida por vereadores de Queimadas, que apontam supostas irregularidades em processos licitatórios. A ação alega que Kelé e suas empresas teriam sido favorecidos por conluios com agentes públicos, incluindo seu sobrinho, José Ariel Rodrigues de Oliveira, ex-secretário de infraestrutura do município. Segundo o processo, Kelé omitiu informações sobre vínculos familiares com servidores públicos, o que violaria princípios da administração pública. Os vereadores pedem a anulação dos contratos e a devolução dos valores envolvidos.

A situação política de Queimadas se agravou com a rejeição das contas do atual prefeito André Andrade pela Câmara Municipal, o que o tornou inelegível por oito anos.

Em meio a esse cenário de indefinição, um debate entre Kelé e Ricardo Lopes teve que ser suspenso duas vezes, já que Kelé ainda não é oficialmente candidato, refletindo a instabilidade do momento.

Com o prazo para substituição de candidatos encerrado na última segunda-feira (16), caso a Justiça Eleitoral de Queimadas indefira a candidatura de Kelé, ele poderá recorrer ao Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA) e, posteriormente, ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O processo é cercado de incertezas, pois recursos e decisões judiciais podem se prolongar, afetando a estabilidade política e administrativa da cidade. Durante o período de recurso, Kelé poderá continuar em campanha e ter seu nome nas urnas até a decisão final. Se o indeferimento for confirmado, ele será declarado inelegível e seus votos serão anulados.

Notícias de Santaluz


sexta-feira, 9 de outubro de 2020

Amigos? EUA acusam o Brasil de dumping e aumentam mais uma vez a tarifa sobre o alumínio

 


O secretário de Comércio dos Estados Unidos, Wilbur Ross, confirmou nesta sexta-feira (9) que o país vai aumentar a tarifa sobre chapa de alumínio vinda do Brasil e de outros 17 países.

O secretário acusou o governo brasileiro de prática de dumping, que é a venda de produtos com preços menores do que o de custo para que sejam eliminados os concorrentes.

"Este é o maior e mais abrangente caso que nosso departamento trouxe em mais de 20 anos", disse Ross sobre o tamanho da ação de fiscalização do comércio.

A tarifa praticada em produtos brasileiros vai aumentar de 48,33% para 135,63%, um acréscimo de 87,3%.

De acordo com o Departamento de Comércio dos EUA, o país importou US$ 97 milhões em chapas de alumínio brasileiro em 2019, do total de US$ 1,96 bilhão importados dos 18 países afetados pela medida desta sexta.

Além do Brasil, também foram afetados Bahrein, Croácia, Egito, Alemanha, Grécia, Índia, Indonésia, Itália, Omã, Romênia, Sérvia, Eslovênia, África do Sul, Coreia do Sul, Espanha, Taiwan e Turquia.

Os países poderão se defender na justiça norte-americana, que posteriormente decidirá pela manutenção do aumento ou não.

A polêmica do alumínio

O aumento nas tarifas dos EUA sobre importações de aço e alumínio vindas do Brasil já havia acontecido no final de 2019.

Na ocasião, o presidente dos Estados Unidos disse que:

"Brasil e a Argentina têm promovido uma forte desvalorização de suas moedas, o que não é bom para nossos agricultores. Então irei, imediatamente, retomar as tarifas sobre todo aço e alumínio embarcado para os EUA a partir desses países".


 

sexta-feira, 27 de março de 2020

Minha lista de blogs