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domingo, 21 de junho de 2020

Polícia Civil cumpre mandados de apreensão contra grupos extremistas no DF



Fogos de artifício, anotações e planos de ações, além de um facão e celulares presentes em chácara usada por grupos extremistas foram apreendidos no Distrito Federal pela Polícia Civil.

A operação se iniciou na manhã de hoje (21) tendo como alvo três grupos extremistas.
Seus membros são suspeitos de ameaças e formação de milícia privada, assim como investigados por porte de arma.
A operação, deflagrada por policiais da Coordenação Especial de Combate à Corrupção e ao Crime Organizado (Cecor) já rendeu a apreensão de um cofre, materiais usados em manifestações, celulares, cartazes, planos de ações e discursos, fogos de artifício e um facão, publicou o portal G1.
Segundo a Cecor, os policiais apreenderam o material em uma chácara na região de Vicente Pires, no DF, onde duas casas eram usadas como base por grupos extremistas.

Líder atrás das grades

A operação se dá quatro dias após a líder de extrema-direita Sara Giromini, mais conhecida como Sara Winter, ter sido presa no dia 17 por ordem do ministro do STF Alexandre Morais.
Sua prisão se deu na sequência da manifestação realizada por ela e integrantes do grupo 300 do Brasil em frente ao prédio do STF em Brasília na noite de 30 de maio.
No último dia 19, Moraes decidiu prorrogar sua prisão na Penitenciária Feminina de Brasília por mais cinco dias.


quarta-feira, 13 de maio de 2020

MP chama grupo bolsonarista de 'milícia armada' e pede busca e apreensão de armas


Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) pediu à Justiça o desmonte do acampamento 300 do Brasil, de apoiadores de Jair Bolsonaro em Brasília, e colocou a ativista Sara Winter com ré na ação




O Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) ajuizou ação civil pública na Justiça pedindo o desmonte do acampamento de apoiadores de Jair Bolsonaro na capital federal. 
O MPDFT chama o grupo de "milícia armada" e colocam como ré na ação a porta-voz do acampamento, a ativista Sara Fernanda Giromini, que se autodenomina Sara Winter. 
Na ação,  os promotores de Justiça Flávio Augusto Milhomem e Nísio Tostes Filho também pedem uma revista de seus integrantes para verificar se há armas de fogo com os manifestantes e a busca e apreensão de armas em situação irregular. 
Segundo reportagem da BBC Brasil, Sara Winter admitiu que o acampamento tem armas de fogo. 
O grupo prega o “extermínio da esquerda” e vem ameaçando invadir o Congresso Nacional e o Supremo Tribunal Federal (STF) para defender o governo Jair Bolsonaro. 

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