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sexta-feira, 15 de janeiro de 2021

Chamado de 'assassino' no Twitter, Bolsonaro recebe sugestão de impeachment urgente

 


Com a situação pandêmica no Amazonas indo de mal a pior, Jair Bolsonaro não consegue paz no Twitter, onde está sendo chamado de "assassino", e onde estão sugerindo seu impeachment urgente.

Hospitais sem oxigênio, doentes sendo transferidos a outros estados, cemitérios superlotados e sem vagas e toque de recolher. Esta é a realidade do Amazonas, que está presenciando uma média móvel de mortes com aumento de 183% nos últimos sete dias pelo novo coronavírus.

No Twitter, a culpa pelo colapso do Amazonas está caindo nas costas do presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, que está sendo chamado de "assassino". Além do mais, muitos brasileiros estão usando a hashtag #ImpeachmentBolsonaroUrgente, por não verem outra saída.

Já são mais de 23 mil tweets com menção da palavra "assassino" nesta sexta-feira (15).

No Twitter está circulando um vídeo de trechos de entrevistas de Bolsonaro sobre a COVID-19, que vão de "gripezinha" a "não ser coveiro".

​"Espere um genocídio."

​Citada em mais de 44 mil tweets, a hashtag #ImpeachmentBolsonaroUrgente está repleta de indignação de brasileiros.

​Há quem esteja pedindo reação de todos para que o impeachment aconteça.

​O Brasil quebrado.

​Seria esse o novo slogan do governo?

​Ladeira abaixo.

​O tweet que é sempre "ressuscitado" em pedido de impeachment contra Bolsonaro.

​Há quem acredite que influenciadores estejam fazendo mais pela população do que o próprio governo.

​Celebridades fazendo sua parte

Recentemente, surgiu notícia de que o influenciador Whindersson Nunes doou oxigênio para Manaus e mobilizou mais celebridades para doação.

A campanha de Nunes só cresce, e, através do Twitter, está sendo atualizada em prol de pacientes sem oxigênio de Manaus.




domingo, 24 de maio de 2020

URGENTE: EUA proíbem entrada de brasileiros; Brasil humilhado


Os Estados Unidos acabam de anunciar que irão barrar a entrada de pessoas vindas do Brasil por causa da pandemia. Decreto será assinado pelo presidente Donald Trump.


Os EUA não querem mais os brasileiros em seu território, pelo menos pelos próximos 14 dias, como prevê o decreto presidencial a ser assinado pelo presidente americano. 
A reportagem do portal G1 destaca que “Trump já havia insinuado que estaria prestes a tomar a medida há alguns dias, devido ao aumento do número de casos no Brasil, que ocupa o segundo lugar entre os países com mais pessoas contaminadas, atrás justamente dos EUA.”
"Hoje o presidente tomou a ação decisiva para proteger nosso país, ao suspender a entrada de estrangeiros que estiveram no país durante um período de 14 dias antes de buscar a admissão nos Estados Unidos", diz um comunicado da secretária de imprensa da Casa Branca, Kayleigh McEnany.

sexta-feira, 1 de maio de 2020

Diogo Mainardi do Antagonista defende impeachment de Bolsonaro: "necessário e urgente"


Dono e editor do site O Antagonista, Mainardi afirmou: “defendo o impeachment de Jair Bolsonaro. Eu e metade dos brasileiros"


Diogo Mainardi, dono e editor do Antagonista, disse ser favorável ao impeachment de Bolsonaro.
Em coluna publicada na Crusoé, Mainardi disse que o afastamento de Bolsonaro é "necessário e urgente". “Eu defendo o impeachment de Jair Bolsonaro. Eu e metade dos brasileiros. Ele é um agente difusor da epidemia. Seu afastamento, portanto, além de ser necessário, é também urgente.”

segunda-feira, 30 de março de 2020

Assustador! Ministro da Saúde diz ao governador do Acre: “Chame os donos das funerárias e mande eles se prepararem”



O governador Gladson Cameli esteve reunido, em Cruzeiro do Sul (AC), neste domingo (29), com parte de sua equipe, quando falou com a franqueza habitual sobre o impacto da pandemia de coronavírus no Acre.

Gladson disse que sua decisão prioritária é salvar vidas, não escondeu sua divergência em relação ao presidente Jair Bolsonaro sobre essa questão e apelou para que sua equipe esqueça a política.



–– O que é que se vê? Uma politização. As pessoas querendo que (o povo) vá pra rua, inclusive o nosso presidente. Na sexta-feira, eu peguei o telefone e pedi uma audiência com ele. Eu ia sair de Rio Branco, chegar e dizer: ‘Então, presidente, eu vou seguir a sua orientação. Se é para abrir, então vamos abrir, mas está aqui: eu não tenho condições de arcar com as consequências’. Aí eu liguei para o ministro da Saúde. Ele disse: “não faça isso”. Eu ia, pois estou seguindo uma lógica. E eu quero compartilhar com vocês: se fizeram uma opção pela parte econômica, eu fiz opção por salvar vidas. Se eu estou certo ou estou errado, o tempo vai dizer. O que eu não quero é a consciência de que eu não fiz o meu papel, o meu dever.

O governador disse que tem sido alimentado com informações do sistema de inteligência do Ministério da Saúde sobre a pandemia.


Ele revelou que conversou com o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, que o orientou a chamar os donos das funerárias para dizer que se preparem.

–– Se o ministro me disse isso, eu vou fazer o quê? Eu vou dizer que o negócio é simples? Eu vou ser irresponsável? Não vou. Ele não é doido.

A reunião foi fechada, mas alguém gravou o áudio. Ao obter uma cópia, indaguei ao governador se podia publicá-lo. Ele respondeu:

–– Pode, sim.

Fonte: DCM

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