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sábado, 13 de novembro de 2021

Steve Bannon decide se entregar à Justiça nos EUA e será preso na segunda-feira

 

Steve Bannon e a invasão do Capitólio (Foto: Reuters)

O ex-assessor de Donald Trump, Steve Bannon, deve se entregar à Justiça dos Estados Unidos nesta segunda-feira (15). A informação é da emissora MSNBC. O guru de Trump, Bolsonaro e de toda a extrema-direita global é  alvo de um mandado de prisão por duas acusações de desacato no Congresso norte-americano. 

Bannon foi formalmente denunciado pela justiça dos Estados Unidos por desacato ao Congresso, informou o Departamento de Justiça norte-americano na sexta-feira (12). É a primeira vez em 38 anos que alguém é indiciado por essa acusação nos EUA.

O procurador-geral responsável pela ordem de prisão contra Bannon trata-se de Merrick Garland. Ele tem sido alvo de forte pressão política. O ex-assessor de Trump foi convocado por uma comissão do Congresso para prestar depoimento sobre o ataque de apoiadores do ex-presidente ao Capitólio no dia 6 de janeiro. Contudo, Bannon se recusou a ir, alegando “privilégio executivo”, mas ele não ocupa cargo na Casa Branca para ter essa prerrogativa. “Bannon, ex-estrategista-chefe e conselheiro do presidente, é cidadão particular desde que deixou a Casa Branca em 2017”, afirmou o colegiado no Congresso.

Cada acusação de desacato ao Congresso norte-americano pode render a Bannon entre 30 dias a um ano de prisão, além da multa de US$ 100 a US$ 1 mil. O juiz determinará a sentença depois do julgamento do caso. A data do julgamento ainda não foi definida.


domingo, 24 de maio de 2020

Secretário de vigilância do Ministério da Saúde afirma que deixará cargo na segunda-feira



O secretário Nacional de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Wanderson de Oliveira, anunciou que pretende deixar o cargo nesta segunda-feira (25).

Defensor do isolamento social, durante a gestão de Mandetta, Oliveira foi um dos que mais participou das ações de enfrentamento à pandemia e ficou conhecido em função de aparições diárias nas entrevistas coletivas sobre a situação da COVID-19 no país.
Ele chegou a pedir demissão no dia 15 de abril, antes da demissão do ministro da Saúde Henrique Mandetta, mas permaneceu no cargo a pedido do seu ex-chefe. Nelson Teich, que também já deixou a chefia da pasta, também solicitou sua permanência no cargo.
Após a saída de Teich, o secretário de vigilância informou seu desligamento ao ministro interino da Saúde, Eduardo Pazuello. Oliveira é servidor do Hospital das Forças Armadas de Brasília, e se reapresentará à instituição.
"Apesar de sair da função de Secretário de Vigilância em Saúde, continuarei ajudando ao Ministro Pazuello nas ações de resposta à pandemia. Somos da mesma instituição, Ministério da Defesa e conosco é missão dada, missão cumprida", disse Wanderson, citado pelo G1.
Oliveira é doutor em epidemiologia e passou 15 dos mais de 20 anos de sua carreira no Ministério da Saúde. Antes do novo coronavírus, ele coordenou a resposta do país à síndrome da zika congênita e à pandemia de influenza. É especialista em epidemiologia pela Escola de Saúde Pública Johns Hopkins, também nos Estados Unidos, e é professor da escola da fundação Oswaldo Cruz, em Brasília.

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