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segunda-feira, 22 de julho de 2024

Rosto humano misterioso esculpido em pedra da Idade do Bronze é achado no Cazaquistão (FOTOS)

 


A rica paisagem arqueológica envolvente do Cazaquistão revelou um artefato fascinante. Pesquisas recentes nas regiões de Akmola e Pavlodar descobriram um entalho em pedra que retrata um rosto humano e locais de sepultamento que datam da Idade do Bronze.

A arqueologia do país não só enriquece o mundo científico com suas descobertas notáveis, mas também revela as principais etapas do desenvolvimento antigo e medieval da sociedade do Cazaquistão, relata Arkeonews.
Um misterioso achado arqueológico foi descoberto na região de Akmola. Funcionários do Departamento Regional para Situações de Emergência encontraram um achado histórico na forma de uma face humana esculpida em pedra e convidaram arqueólogos para examinar o artefato.
Rosto humano entalhado em pedra encontrado no Cazaquistão - Sputnik Brasil, 1920, 22.07.2024
Rosto humano entalhado em pedra encontrado no Cazaquistão
O monumento, que foi criado por um escultor pré-histórico, chamou a atenção dos cientistas de Astana e seus colegas no exterior. De acordo com os especialistas, atualmente é difícil determinar a qual era pertence o item.
Os cientistas estão divididos sobre as origens do artefato. Alguns afirmam que a pedra tem estado em sua localização atual desde a Idade do Bronze, enquanto outros atribuem sua presença ao período túrquico.
Rosto humano entalhado em pedra encontrado no Cazaquistão - Sputnik Brasil, 1920, 22.07.2024
Rosto humano entalhado em pedra encontrado no Cazaquistão
Sergei Yarygin, um dos cientistas principais do Instituto Alkei Margulan, observou que esculturas semelhantes foram encontradas em assentamentos da Idade do Bronze na Ásia Central e Europa Oriental.
Espera-se que esta descoberta atraia mais atenção científica e possa estimular novas pesquisas arqueológicas na área.

sábado, 5 de novembro de 2022

Inscrições feitas em 'alfabeto medieval' são descobertas em uma pedra na Escócia (FOTOS)


 

Arqueólogos descobriram perto de Doune, na Escócia, uma pedra com inscrições feitas 1.500 anos atrás.

Segundo pesquisadores, o artefato pertence aos pictos, um grupo de povos de língua celta que habitavam as regiões norte e leste da atual Escócia durante Antiguidade tardia e início da Idade Média.
Supõe-se que os pictos tenham sido descendentes dos caledônios e outras tribos da Idade do Ferro, mencionadas pelos historiadores romanos. Os pictos, ou "pessoas pintadas", foram assim chamados por volta do século III d.C. como um exônimo generalizado usado pelos romanos para descrever os britânicos ao norte dos rios Forth e Clyde.
Historiadores romanos descreviam as pinturas de guerra e tatuagens deles com a palavra latina "picti", que significa "pintura".
Inscrição feita em alfabeto ogham de 1.500 anos é descoberta em uma pedra na Escócia - Sputnik Brasil, 1920, 04.11.2022
Inscrição feita em alfabeto ogham de 1.500 anos é descoberta em uma pedra na Escócia


Uma equipe de arqueólogos e voluntários descobriu uma pedra que seria uma laje de sepultura no cemitério de Old Kilmadock, perto de Doune. A pedra tem uma inscrição misteriosa talhada em um alfabeto medieval chamado ogham, e pinturas de animais retratando aves esculpidas que datam de 500 a 700 d.C.

Provavelmente, o artefato conseguiu chegar aos dias de hoje por ser reutilizado mais tarde como uma cobertura de sepultura no cemitério, fornecendo aos pesquisadores novas percepções sobre a língua ogham, que era usada para inscrições em pedras para soletrar os nomes de pessoas ricas e poderosas.

Já foram identificadas cerca de 400 inscrições ogham, principalmente na Irlanda, mas a nova descoberta em Old Kilmadock é o primeiro exemplo a ser encontrado no centro da Escócia com este alfabeto misterioso.

Em entrevista ao Live Science, o arqueólogo Murray Cook sugeriu que a pedra era "uma estátua pública erguida por um patrono rico para louvar tanto sua herança picta como sua fé cristã. O ogham reflete a influência dos cristãos islandeses".


domingo, 30 de janeiro de 2022

Desenterram no Chipre antigas placas de pedra e cerâmica com inscrições fenícias (FOTOS)

 


Arqueólogos desenterraram durante escavações na antiga cidade portuária de Kition, atual Larnaca, no Chipre, um poço cheio de fragmentos de cerâmica, placas e pedras com inscrições fenícias que documentam a atividade econômica executada na movimentada cidade portuária no 1º milénio a.C.

Kition era uma vila portuária muito antes de ser conhecida por este nome. Há evidências de este local ser habitado na era neolítica.
O excelente porto natural da área foi até mencionado pelo geógrafo grego Estrabão. A extensão do antigo porto foi analisada pelos arqueólogos, que descobriram abrigos de barcos que resguardavam os navios daquela época.
Abrigo de barcos no porto, que remonta à era arcaica
 - Sputnik Brasil, 1920, 30.01.2022
Abrigo de barcos no porto, que remonta à era arcaica
Os colonos fenícios tomaram a vila no século IX a.C. Eles mantiveram o controle de Kition até Chipre ter sido conquistado por Alexandre, o Grande em 333 a.C. Os fenícios usaram eficazmente o porto de Kition e os recursos naturais. Eles exportavam azeite, madeira e sal extraído das lagoas salinas e importavam bens de todo o Mediterrâneo.

Durante as escavações na parte oriental do abrigo de barcos foi descoberta pelo menos uma rampa adicional evidenciada por uma base de pilares. Esta base foi construída de um enorme bloco de calcário colocado sobre um maciço de blocos.
Uma placa de pedra calcária com escrita fenícia descoberta durante escavações no Chipre 
 - Sputnik Brasil, 1920, 30.01.2022
Uma placa de pedra calcária com escrita fenícia descoberta durante escavações no Chipre
A exploração da estratigrafia da Idade do Ferro neste local atingiu os níveis clássicos, que representam os anos 510-323 a.C. As características arquitetônicas dessa época estão mal preservadas, no entanto, os arqueólogos encontraram um poço cheio de materiais com escrita fenícia, escreve portal Greek Reporter.
De acordo com especialistas, a variedade de materiais é impressionante: desde fragmentos de cerâmica, placas de calcário e gesso até mesmo seixos.

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