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quarta-feira, 28 de julho de 2021

Netflix: Casal transa 5 vezes em reality show e leva multa de R$ 200 mil: 'Filme para maiores de 18'

 


Brenda e Matheus incendiaram o "Brincando com Fogo Brasil", reality show da Netflix que teve novos episódios liberados hoje. O casal estreou a suíte do programa, mas não podia ter contato físico: nem beijo nem sexo. A punição pela quebra de regras é a diminuição do prêmio, que começou em R$ 500 mil.

 

Os dois ganharam o direito de dormir na suíte para estreitar o relacionamento, mas não foram liberados para ter relações sexuais. O clima, no entanto, esquentou. Começou com um beijo e continuou dentro de uma banheira com pétalas de rosa.

 

"Estamos no limite do limite do fogo", descreve Brenda em depoimento para o reality show.

 

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Ela e o affair saem da banheira e vão para a cama, onde aproveitam a noite ao máximo que podem — quebrando a regra de não fazer sexo. No dia seguinte, o casal troca juras de amor. Matheus ainda tenta se justificar:

 

''Eu estava muito necessitado. Se o homem não fizer nada, até mesmo ejacular, ele fica doente. Eu já estava entrando num estágio de doença.''





Multa de R$ 200 mil


No dia seguinte, Brenda e Matheus se reuniram com os demais participantes para ouvirem Lana, a assistente virtual que monitora os comportamentos de todos no retiro. Ela não gostou nada do que rolou na suíte e falou para o casal compartilhar os detalhes.

 

Matheus e Brenda, vi em vocês o despertar de um verdadeiro romance. Mas o que fizeram na suíte é um filme para maiores de 18. Vocês atingiram o limite máximo de uma multa. Querem contar para seus amigos? 

 

Matheus, então, revela que ele e Brenda transaram cinco vezes. Pela quebra de regras, Lana anuncia a multa de R$ 200 mil. O saldo do prêmio é atualizado em R$ 188 mil. Os participantes ficam chocados e, revoltados, "soltam os cachorros".

 

Leandro se decepciona com o casal: "Eu estava me espelhando neles, quero criar essa conexão. Foi tudo por água abaixo. Era um casal que tinha um tipo de conexão, gostava muito deles. Era minha inspiração". Brenda se desculpa e reconhece que extrapolou.





Matheus chora: "Não consigo enxergar isso"


Caio conversa com Matheus e puxa a orelha dele, que chora ao ouvir o amigo sobre seu comportamento em "Brincando com Fogo Brasil". Caio diz como ele foi machista:

 

''Você tem que entender que a sua retórica é muito machista. O jeito que você fala... não grita com as minas, não menospreza. A forma que você fala é ofensiva.''

 

 



 

Abalado, Matheus reflete: "Não consigo enxergar isso. Acabei me emocionando porque reconhecer algo que você nunca percebeu é muito doloroso".

 

Fonte: UOL

segunda-feira, 30 de novembro de 2020

Lapada em Feira de Santana e Vitória da Conquista: grupo de ACM Neto vence nas duas maiores cidades do interior baiano

 


Feira de Santana e Vitória da Conquista, as duas maiores cidades do interior baiano, decidiram que não querem o PT na gestão municipal e optaram pelo MBD, sigla que faz parte do grupo liderado por ACM Neto, que também conseguiu eleger Bruno Reis, seu sucessor em Salvador.

Na Princesa do Sertão, Colbert Martins Filho venceu Zé Neto com uma grande diferença, contrariando pesquisas divulgadas recentemente. Além de ACM Neto, o prefeito reeleito conta com o importante apoio de Zé Ronaldo, o maior líder do município. O placar, com 100% das urnas apuradas, foi 54,42% (164.831 votos) a 45,58% (138.073 votos). Mais de 25 mil votos de diferença.

Já na capital do sudoeste, Herzem Gusmão também foi reeleito e derrotou o candidato do governador Rui Costa, Zé Raimundo. Com 100% das urnas apuradas, o placar é 55% (97.364 votos) a 44% (82.942 votos). Mais de 14 mil votos de diferença.

Informe Baiano

segunda-feira, 1 de junho de 2020

Ouro 'invade' EUA e provoca uma das maiores transferências físicas da história



Os EUA estão sendo inundados por barras de ouro. A oportunidade de tirar proveito de uma diferença de preço causada pelas alterações do mercado devido à COVID-19 provocou uma das maiores transferências físicas de ouro da história.

"Os fluxos para Nova York não têm precedentes", afirmou à Bloomberg o diretor global de commodities da empresa de logística e segurança Malca-Amit, Allan Finn.
O ouro inundou os EUA nos últimos meses, quando os operadores perceberam que podiam tirar proveito de uma diferença de preço devida às alterações do mercado provocadas pela pandemia do coronavírus.
Desde março, aproximadamente 550 toneladas de ouro, em um valor estimado em US$ 30 bilhões (R$ 160 bilhões) foram adicionados às reservas da Comex.
Quando a crise da COVID-19 afetou a cadeia de suprimentos e os aviões ficaram no solo, os operadores temiam não conseguir transportar o ouro a tempo para Nova York e entregá-lo contra os contratos de futuros.
Isto fez com que os futuros, que normalmente são negociados ao mesmo nível que o preço corrente de Londres, disparassem para um valor de cerca de US$ 70 (R$ 374) a onça.

© AP PHOTO / MICHAEL PROBST
Barras de ouro (imagem de arquivo)
Isto criou uma oportunidade para os empreendedores: comprar ouro em algum lugar do mundo ao preço corrente, depois vender os futuros e se beneficiar da diferença, enviando o ouro para Nova York, explica a Bloomberg.
De acordo com o diretor da Brink's, Mark Woolley, o aumento da demanda para enviar ouro para Nova York não se parece com nada visto em 20 anos no mercado.
As exportações de ouro suíço para os Estados Unidos aumentaram, atingindo 111,7 toneladas em abril, o maior recorde. Os dados de importação americana em abril ainda não estão disponíveis, mas já em março as importações de ouro ultrapassaram US$ 3 bilhões, segundo o Censo, o maior em pelo menos uma década.
"A quantidade de metal que temos transportado com êxito para Nova York é muito significativa [...] Provavelmente não está muito distante da quantidade total de metal que foi extraído neste período", disse Woolley em 28 de maio em um webinar organizado pela London Bullion Market Association.

terça-feira, 7 de abril de 2020

Ecovias reconhece maiores propinas da história nos governos tucanos de São Paulo


Num acordo inédito, a concessionária Ecovias, que administra o sistema Anchieta-Imigrantes, em São Paulo, reconheceu o que pode ser o maior esquema de propinas da história do país, durante os governos Mário Covas, Geraldo Alckmin e José Serra, todos do PSDB. O roubo aconteceu no Estado desde 1998 e, pelo acordo, a Ecovias pagará R$ 650 milhões ao Estado -o que indica que o montante da propina possa se elevar a bilhões de reais


A concessionária Ecovias, que administra o sistema Anchieta-Imigrantes, firmou nesta segunda-feira (6), acordo de mais de meio bilhão de reais com o Ministério Público Estadual em que afirma que todos os 12 contratos de concessão rodoviária assinados pelo governo de São Paulo a partir de 1998 foram fraudados por meio da ação de um cartel - as propinas foram pagas ininterruptamente durante os governos tucanos Mário Covas, Geraldo Alckmin e José Serra.
O acordo, pelo qual a Ecovias  se comprometeu a pagar R$ 650 milhões ao Estado, indica que as propinas podem ter chegado à casa dos bilhões de reais, no que pode ser o maior escândalo da história.  Segundo a companhia, o grupo, formado por dezenas de empresas, pagou propina a agentes públicos e fez repasses para caixa dois de campanhas políticas, relata o jornalista Bruno Ribeiro de O Estado de S.Paulo.
Dos R$ 650 mihões a serem pagos, R$ 150 milhões deverão ser usados para custear uma redução de 10% no valor da tarifa do pedágio da Ecovias entre 19h e 5h, em uma ação voltada a caminhoneiros que continuam trabalhando em meio à pandemia de coronavírus. Outros R$ 36 milhões serão usados para custear UTIs para pacientes com Covid-19 e testes da doença.
Segundo relatos feitos ao MP, a Ecovias e dezenas de empresas formaram consórcios para disputar licitações com o objetivo apenas de simular competição. Nem todas, porém, tinham condições reais de assumir as rodovias em disputa.
Obedecendo regras da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a Ecovias, que é do grupo EcoRodovias, cujas ações são negociadas na bolsa de valores, divulgou um fato relevante ao mercado no início da noite desta segunda dando informações sobre o acordo. O principal acionista da empresa é a Primav, empresa de capital fechado da CR Almeida, uma das construtoras investigadas pela Lava Jato.
Do total que será pago pela Ecovias, R$ 450 milhões serão usados para obras. A maior, de R$ 400 milhões, será destinada ao Corredor de Exportação Anchieta, obra prevista desde o começo da década para facilitar o caminho ao Porto de Santos. 
As investigações sobre o caso tiveram início no fim de 2018, e a Ecovias fez acordo parecido no Paraná, quando concordou com o pagamento de R$ 400 milhões durante a Lava Jato. Ao admitir a formação de um cartel e concordar com a reparação de danos, a Ecovias evita a possibilidade de receber outras punições administrativas, como ser banida de novas licitações. A empresa terá de apresentar provas de todas as ações delatadas.

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