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terça-feira, 21 de dezembro de 2021

Arqueólogos paquistaneses e italianos descobrem templo de 2.300 anos cheio de artefatos raros (FOTO)

 


A descoberta foi feita por uma parceria entre arqueólogos italianos e paquistaneses no último sábado (18).

templo budista milenar foi encontrado na cidade de Bazira, no distrito de Swat, a cerca de 200 quilômetros ao norte da capital, Islamabad, de acordo com informações do Hindustan Times.

"Os arqueólogos paquistaneses e italianos descobriram, durante escavações conjuntas no local histórico, um templo do período budistas de 2.300 anos no noroeste do Paquistão, além de recuperar outros artefatos preciosos. O templo em Swat é ainda mais antigo do que os descobertos em Taxila", comentou um dos funcionários ao Hindustan Times.

A informação de que este é o templo mais antigo do Paquistão também foi confirmada pelo líder da equipe italiana, dr. Luca Maria Olivery. O arqueólogo se mostrou confiante de que o grupo vai encontrar outros sítios arqueológicos importantes na região.

Em comentário no Twitter, o escritor indiano Vijender Sharma, celebrou a descoberta, mas questionou se a construção seria de fato um templo budista ou se somente foi construída durante o período budista.
Templo da era Máuria escavado em Khyber Pakhtunkhwa, Paquistão. Embora o artigo fale sobre o período budista, não fica claro se era um templo budista ou não. No entanto, a descoberta mais uma vez prova que as redomas são nativas da arquitetura indiana.
Ao mesmo tempo, foram encontrados no local mais de 2.700 artefatos budistas como moedas, anéis e vasos, além de escrituras da época do rei grego Menandro I, que governou o Reino Indo-Grego, o equivalente nos dias atuais às regiões do norte da Índia e do Paquistão, aproximadamente entre os anos de 155 e 130 a.C.
O embaixador italiano no Paquistão, Andreas Ferrarese, disse a repórteres que os sítios arqueológicos no país são muito importantes para diferentes religiões do mundo.

"A missão arqueológica conjunta tem protegido e escavado locais históricos nos últimos 70 anos no Paquistão", informou o embaixador italiano.



sábado, 9 de maio de 2020

Cientistas italianos afirmam ter desenvolvido 1ª vacina do mundo contra coronavírus



Pesquisadores italianos asseguram ter desenvolvido uma vacina baseada em anticorpos que pode neutralizar o novo coronavírus em células humanas.

Segundo noticia o jornal britânico The Independent, após testes realizados para obtenção de uma vacina no Hospital Lazzaro Spallanzani de Roma, que especializado em doenças infecciosas, cientistas lograram gerar anticorpos em ratos que podem funcionar em células humanas.
Os pesquisadores obtiveram cinco vacinas geradoras de um grande número de anticorpos, selecionando em seguida as duas que apresentaram os melhores resultados.
As vacinas candidatas foram escolhidas com base no material genético do DNA da proteína espigão que o novo coronavírus utiliza para penetrar nas células humanas.
Após uma única vacinação, os ratos desenvolveram anticorpos capazes de bloquear o vírus de infectar células humanas.
"Isto representa o estado mais avançado de testes na Itália de uma pesquisa de vacina", afirmou Luigi Aurisicchio, presidente-executivo da Takis, empresa que lidera o estudo, citado pelo jornal.

© AP PHOTO / TED S. WARREN
Paciente recebe vacina experimental contra a COVID-19 em Seattle, nos EUA
"Segundo o Hospital Spallanzani, tanto quanto sabemos, somos os primeiros no mundo a conseguir uma neutralização do coronavírus por uma vacina", prosseguiu Aurisicchio, esperando que o experimento bem-sucedido com os ratos "resulte também em humanos".
Segundo adiantou igualmente o presidente-executivo da Takis, testes estão agendados para o último trimestre deste ano, acrescentando que seguem trabalhando "arduamente em uma vacina proveniente de pesquisa italiana, com uma tecnologia totalmente italiana e inovadora, testada na Itália e colocada à disposição de todos".
Contudo, Aurisicchio apelou ao apoio de "instituições e parceiros nacionais e internacionais que possam nos ajudar a acelerar o processo", cita o jornal.
Os próximos testes a serem realizados terão como objetivo determinar quanto tempo durará a resposta imunológica.

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