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domingo, 24 de janeiro de 2021

Frota russa monitora presença de destróier da Marinha dos EUA no mar Negro

 


Destróier de mísseis norte-americano USS Donald Cook da classe Arleigh Burke


A Frota Russa do Mar Negro está monitorando o destróier USS Donald Cook da Marinha dos EUA que entrou no mar Negro neste sábado (23), informou o Centro de Gerenciamento da Defesa Nacional da Rússia.

A entidade militar afirmou que o navio está armado com mísseis de cruzeiro.

"Forças e meios da Frota do Mar Negro iniciaram o monitoramento das ações do destróier USS Donald Cook da Marinha dos EUA que entrou nas águas do mar Negro em 23 de janeiro de 2021", aponta o comunicado.



Washington tem aumentado as atividades militares perto das fronteiras marítimas da Rússia.

Em 24 de novembro, o navio antissubmarino Admiral Vinogradov da Frota do Pacífico da Rússia impediu a violação da fronteira russa pelo destróier USS John S. McCain dos EUA. O destróier norte-americano ultrapassou a linha de fronteira em dois quilômetros.

sábado, 10 de outubro de 2020

Pequim condena incursão de destróier dos EUA em suas águas territoriais no mar do Sul da China

 


Zhang Nandong, porta-voz do Comando do Teatro Sul do Exército de Libertação Popular disse ontem (9) que o destróier USS John S. McCain dos EUA entrou em águas territoriais chinesas perto das ilhas disputadas Paracel no mar do Sul da China sem autorização de Pequim.

"O destróier John S. McCain da Marinha dos EUA invadiu sem autorização do governo chinês as águas territoriais da China perto do arquipélago de Xisha (ilhas Paracel)", afirmou porta-voz em comunicado.

O documento acrescenta ainda que os EUA enviaram em várias ocasiões seus navios de guerra ao mar do Sul da China para demonstrar a força e aumentar sua presença militar, uma atividade que Pequim qualifica de grave violação da sua soberania.

"Instamos os EUA a parar imediatamente este tipo de ações provocadoras, a gerir e controlar rigorosamente suas operações militares marítimas e aéreas a fim de evitar acidentes", avança comunicado.


© AFP 2020 / NOEL CELIS/POOL
Exercícios navais dos EUA e das Filipinas nas águas do Mar do Sul da China, em junho de 2014

De acordo com a China, essas ações dos EUA minam a paz e a estabilidade no mar do Sul da China e representam uma provocação militar evidente.

Pequim tem reivindicado a soberania sobre grande parte do mar do Sul da China – região que que também é contestada por várias outras nações, como Vietnã, Filipinas, Malásia e Brunei.

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