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domingo, 1 de maio de 2022

VÍDEO: Público faz coro pró-Lula e grita “Fora, Bolsonaro” em show de Gal Costa

 



A cantora Gal Costa inaugurou sua apresentação no Pavilhão do Pacaembu cantando “Brasil” e aos gritos do público, que dizia “Fora, Bolsonaro”.  O show começou com as músicas “Ponta de Areia” e “Fé Cega, Faca Amolada” na noite deste sábado (30).

A artista subiu no palco com cerca de 45 minutos de atraso para iniciar o espetáculo “As Várias Pontas de Uma Estrela”. A cantora rememora os clássicos do seu repertório, incluindo canções de Chico Buarque, Caetano Veloso e Milton Nascimento.

Estão inclusivas algumas músicas do último álbum de Gal Costa, “Nenhuma Dor”, lançado no ano de 2020.

Público fez coro pró-Lula

No final do show, uma parte do público, que já estava em pé, cantava e dançava junto com a artista, e chegou a ensaiar um coro pró-Lula.

No encerramento do espetáculo Gal Costa cantou a música “Brasil”. “Vou cantar uma música agora que eu queria muito conseguir tirar do roteiro, mas eu não tô conseguindo porque o Brasil não está deixando”, afirmou. Nesse momento, ela saiu do palco e se despediu do público depois de puxar gritos de “Fora, Bolsonaro”.

Após o show, a artista publicou uma foto nas redes sociais com ex-presidente Lula (PT).

Gal Costa posta foto com Lula no Instagram. Imagem: Reprodução


 

quarta-feira, 19 de agosto de 2020

APLB reforça coro dos professores pela devolução 60% dos precatórios da educação em Tanhaçu



Em Tanhaçu, a 74 km de Brumado, o prefeito Jorge Teixeira Rocha (DEM), não está repassando os 60% de precatórios do Fundef aos professores da rede municipal. A APLB regional também tem apoiado a categoria na luta em prol desse direito adquirido. Em entrevista ao site Achei Sudoeste, César Nolasco, presidente da APLB regional, disse que a questão está sendo tratada na justiça e é um risco os Municípios gastarem o recurso, que, por lei, deve estar vinculado aos salários dos professores. “Não estamos falando de quantias pequenas. Em Tanhaçu, por exemplo, são R$ 18 milhões. O Município, além de se negar a pagar o que deve aos professores, está gastando esse dinheiro”, afirmou. Nolasco informou ainda que, na comarca local, há três processos judiciais para assegurar esse pagamento aos docentes, um impetrado pela APLB e dois pelo Sindpro, sindicato que representa a categoria – os mesmos ainda estão tramitando. “Se o prefeito gastou, os próximos gestores vão ter que tirar de algum lugar para pagar. É uma irresponsabilidade do gestor fazer qualquer tipo de uso desses recursos. A dívida ficará para o Município. Ele poderá sofrer improbidade administrativa fora ou no cargo, caso seja reeleito. Quem mais está sendo penalizado, no momento, é o professor”, criticou. A APLB, juntamente com a categoria, está realizando diversas mobilizações a fim de informar a população e pressionar a administração a repassar o recurso aos professores. "Não vamos parar até o prefeito se convencer", garantiu.

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