Total de visualizações de página

Leitores online

Mostrando postagens com marcador produção. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador produção. Mostrar todas as postagens

sábado, 18 de junho de 2022

Dois atores morrem em acidente na produção de série “The chosen one” da Netflix

 




Nesta quinta-feira (16), dois atores da Netflix morreram num acidente de carro. Raymundo Garduño Cruz e Juan Francisco González Aguilar fazem parte do elenco de uma produção chamada “The chosen one”.

Segundo o site “Deadline”, outras seis pessoas ficaram feridas na batida, que aconteceu no estado Baja Califórnia, no México, quando atores e equipe estavam a caminho de um aeroporto.

A produção, a cargo da companhia Redrum, está suspensa. A Netflix não se pronunciou sobre o acidente. “The chosen one” fala sobre um menino de 12 anos que descobre ser Jesus Cristo, com a missão de salvar a humanidade. A história é baseada nos quadrinhos “American Jesus”, de Mark Millar e Peter Gross.

Raymundo e Juan Francisco já estavam mortos quando as equipes de emergências chegaram ao local do acidente, na rodovia Santa Rosalía-Loreto. Outras seis pessoas feridas foram levadas ao Centro de Saúde e à Unidade Médica de Família do Instituto Mexicano de Previdência Social de Loreto.

A Secretaria de Cultura da Baja California lamentou as mortes dos atores, considerados peças-chave para a promoção da cultura local. Juan González, também conhecido como “Paco Mufote” foi um renomado produtor, ator e músico do estado. Raymundo Garduño fez parte da Companhia de Teatro Imigrante e da Semana de Teatro Infantil do ICBC.

sexta-feira, 25 de junho de 2021

Com petróleo caro, etanol segue rentável, diz analista após apostas de redução da produção no Brasil

 


Para especialista ouvido pela Sputnik Brasil, o etanol ainda é rentável mesmo com custos de produção elevados, por conta dos preços atuais do barril do petróleo em torno R$370 e pelo perfil poluente do combustível de origem fóssil.

Especialistas estimam que os dois maiores produtores de etanol do mundo, Estados Unidos e Brasil, podem reduzir a fabricação de etanol nos próximos meses. O motivo seria o aumento dos custos do milho e da cana-de-açúcar, que acabam por repassar os valores para o biocombustível.

Diante das apostas de perda da viabilidade econômica do etanol, Marcos Fava Neves, titular do Departamento de Administração da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade de Ribeirão Preto da USP, discorda. O professor disse à Sputnik acreditar que com o valor elevado do petróleo, o etanol segue rentável.

"Cabe ainda esse aumento de custos de produção para a fabricação de etanol tanto de cana como de milho, com o petróleo acima de US$ 70 (R$ 347) como está agora ainda permite rentabilidade para essas produções", pontuou.

Os EUA e o Brasil foram responsáveis por cerca de 75% das exportações globais no ano passado. E juntos, representam cerca de 90% do etanol produzido e consumido no mundo, segundo a S&P Global Platts Analytics. Por conta disso, Neves não acredita que os EUA reduzam a produção. E caso venham a diminuir, isso pode significar uma chance para o Brasil levar o produto nacional para mais exportações.

Em Windsor, no estado norte-americano Colorado, uma usina de etanol funciona ao lado de silos de milho, em 7 de julho de 2006
© REUTERS / RICK WILKING
Em Windsor, no estado norte-americano Colorado, uma usina de etanol funciona ao lado de silos de milho, em 7 de julho de 2006

A produção de etanol brasileiro vem enfrentando diversos desafios na última década, apesar de incentivos públicos. Desde 1993, o etanol anidro é adicionado na gasolina em todo o país. Atualmente, é permitido até 27% de etanol na mistura direta nas bombas. Também o aumento da frota de veículos leves e a introdução de carros flex no país, que podem funcionar com gasolina ou etanol ou qualquer mistura dos dois aumentaram o consumo. Mas mesmo assim o biocombustível não "deslanchou" em produtividade e segue estável se observarmos os últimos 10 anos.

Para o professor, isso é explicado pelos custos elevados do agronegócio. "A produção ficou mais cara, as terras ficaram mais caras, os insumos ficaram mais caros. Os custos aumentaram, mas a produtividade não aumentou. Esse é o problema principal", apontou o especialista.

Além disso, os produtores de cana, principalmente da região centro-sul, enfrentam uma grave seca, que deve reduzir a safra de maneira considerável, entre 5% a 10%, segundo estimativas. Para o professor, essa redução é favorável para preços com a retomada da economia.

"Isso significa menor volume de açúcar e de etanol para um consumo maior em virtude de retomada da economia mundial, que vai precisar de mais alimentos e mais combustível. Essa redução de safra vai trazer preços maiores", conclui.

Ao passo que a redução na produção de etanol brasileiro afeta o preço e a oferta de combustíveis no país, ainda assim é possível acreditar numa recuperação no médio prazo.

"É o melhor combustível hoje em termos de emissões por desempenho. As pressões mundiais pela descarbonização são muito favoráveis para a cana", diz o professor ao destacar que o grande desafio é driblar o gargalo dos custos de produção para produzir mais usando menos.

Para ele, o Brasil voltando a crescer e o mercado de combustível paralelamente na mesma direção, pode haver "uma pressão grande", para "segurar o consumo", principalmente a partir do segundo semestre e no período de entressafra.

Trator movimenta farelo de cana de açúcar para produção de biocombustível em 28 de janeiro de 2010
© FOLHAPRESS / PIERRE DUARTE
Trator movimenta farelo de cana de açúcar para produção de biocombustível em 28 de janeiro de 2010

Sobre a proposta da Federação Nacional do Comércio de Combustíveis e de Lubrificantes (Fecombustíveis) que solicitou ao governo federal que reduza a mistura obrigatória de etanol à gasolina brasileira, Neves opina totalmente contra, para ele "não há nenhum sinal de escassez" de etanol pra justificar a medida.

"Não sou favorável a mudança de regras do jogo, pois os investidores quando fazem os seus investimentos eles olham pra regras do jogo e não podemos ficar alterando isso", e completou "não faz o mínimo sentido solicitar a redução [da mistura] e com certeza é um retrocesso brutal do ponto de vista ambiental", avaliou.

Até mesmo novas tecnologias de carros elétricos vem considerando o uso de etanol como um tipo de bateria sustentável no desenvolvimento de carros menos poluentes, comentou também Marcos Fava Neves.

As opiniões expressas nesta matéria podem não necessariamente coincidir com as da redação da Sputnik


terça-feira, 27 de outubro de 2020

EUA adiam produção em grande escala dos caças F-35

 


O Pentágono teve de adiar o início da produção em grande escala dos novos caças-bombardeiros de quinta geração F-35 devido ao atraso da realização dos testes.

Antes de a subsecretária de Defesa dos Estados Unidos Ellen Lord autorizar o lançamento da produção, os caças têm de realizar vários testes em condições de modelação integrada, com simulação de ameaças sérias que não podem ser reproduzidas durante os testes de voo reais, de acordo com o portal Defense News.

Os testes foram adiados de dezembro de 2020 para o ano de 2021, sem confirmação do mês, segundo Jessica Maxwell, porta-voz da subsecretária de Defesa dos Estados Unidos.

A decisão sobre o lançamento da produção pode ser tomada até o fim do próximo ano, de acordo com o portal. Se os testes começarem no início do ano 2021, levará algum tempo para analisar os resultados e elaborar o relatório.

Entretanto, "a produção de F-35 continuará [em pequena produção inicial] de acordo com autorização e aprovação do Congresso”, comentou Maxwell.

O lançamento da produção em grande escala do caça-bombardeiro F-35 é mais uma decisão simbólica, já que o Pentágono compra os caças em uma quantidade que pode ser qualificada como produção em série, adquirindo 134 deles e transferido parte aos aliados dos EUA em 2019, informou o portal.

sexta-feira, 31 de julho de 2020

Publicadas primeiras FOTOS da produção em série do caça Su-57



Jornal russo publica fotos da produção em série do novíssimo caça russo de quinta geração Su-57, capaz de destruir diferentes tipos de alvos.

A aeronave já está em fase de produção, atraindo o interesse dos amantes da aviação.
Uma equipe do jornal Kryliya Sovetov (Asas dos Sovietes, na tradução do russo) teve acesso à fábrica de Komsomolsk-no-Amur, na região de Khabarovsk, onde o novo caça está sendo montado.
Montagem em série do caça Su-57. Foto: jornal Kryliya Sovetov (KnAAz)
Devido a sua sofisticação, a montagem da aeronave requer profissionais altamente especializados.
Apesar da falta de espaço no local de montagem, a experiência obtida com os caças Su-35 tem ajudado a equipe a atingir os prazos de produção.
O Su-57, anteriormente chamado de T-50, foi projetado para destruir todos os tipos de alvos aéreos, terrestres e na superfície aquática.
A combinação entre grande manobrabilidade e possibilidade de voar a velocidades supersônicas, além de seus equipamentos avançados e baixa capacidade de ser detectado, confere ao Su-57 superioridade sobre seus concorrentes.

Minha lista de blogs