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quarta-feira, 28 de julho de 2021

Polícia prende na Paraíba miliciano suspeito de ser o mandante do assassinato de Marielle Franco

 


A Polícia Civil da Paraíba prendeu nesta quarta-feira (28) um chefe de milícia acusado de mandar matar a vereadora do Rio de Janeiro Marielle Franco (PSOL), assassinada em março de 2018. 

Apesar do nome do miliciano não ter sido revelado pelas autoridades, o Congresso em Foco afirma se tratar de Almir Rogério Gomes da Silva, chefe da milícia da Gardênia Azul e do Morro do Tirol.

A prisão foi realizada por policiais da Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (Draco), no município de Queimadas, a cerca de 140 km de João Pessoa, capital paraibana. A operação foi um pedido do Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ), responsável por investigar a morte de Marielle.

Almir Rogério Gomes da Silva estaria na companhia de outro homem, que também foi preso. A operação atendeu a um pedido do Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ), que investiga o caso.

A polícia teria chegado ao nome de Almir por meio de delação de Julia Lotufo, viúva de Adriano da Nóbrega, morto pela polícia no interior da Bahia no início de 2020.

Segundo o delegado Diego Beltrão, Almir é "um criminoso muito perigoso, com indícios fortes de que estava traficando drogas e planejando ataques a instituições financeiras no nosso estado”.

Fonte 247

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2021

Mulher é morta a tiros em cidade da BA e amante do marido é procurada suspeita de ser mandante do crime

 


Uma mulher foi morta a tiros na cidade de Aporá, acerca de 200 km de Salvador e de acordo com a Polícia Civil da cidade. A amante do marido é procurada suspeita de ser mandante do crime. Em entrevista ao G1 nesta quarta-feira (10), o delegado Antônio Luciano Lima, responsável pelas investigações, disse que o crime ocorreu na manhã do dia 26 de dezembro de 2020, na frente do mercadinho em que a vítima, identificada como Carolina Pereira da Silva, trabalhava.


"A amante contratou capangas para executar a pessoa de Carolina Pereira da Silva.
"As investigações foram desenvolvidas e a gente chegou autoria mediata, que é a mentor intelectual, que seria Claudia Batista Lopes, conhecida como Lila, que se encontra foragida e um dos executores que é Cleto Pinheiro Santos Filho, conhecido como Negão do Cleto", disse o delegado.

Carolina Pereira era amiga da suspeita, que está com um mandado de prisão preventiva em aberto.

De acordo com o delegado, Carolina Pereira foi morta por três homens, que chegaram em um carro branco e atiraram na vítima, quando ela abria o estabelecimento em que trabalhava, por volta das 8h. Os suspeitos fugiram do local após o crime, em direção da rodovia que dá acesso ao entroncamento com a BR-110 e o povoado "Chapada", com acesso aos municípios de Crisópolis e Olindina.

As investigações apontaram que Carolina era uma mulher amiga dos vizinhos e que não tinha inimigos. A morte ocorreu meses antes da vítima se separar do marido.

"Um crime de bastante repercussão que deixou a cidade bastante comovida, porque a Carolina Pereira da Silva, a Carol, era uma mulher exemplar, uma trabalhadora, uma mãe de família dedicada a seus filhos", disse Antônio Luciano Lima.
O delegado informou que o relacionamento de Carolina com o marido terminou após ela descobrir que o marido tinha uma relação extraconjugal com Lila, Claudia Batista Lopes.

O delegado revelou que Lila também era casada e terminou um relacionamento com o esposo dela, com a esperança de começar uma família com o marido de Carolina. Entretanto, ele desistiu da separação e voltou a conviver com a ex-esposa e os filhos e isso pode ter sido a motivação do crime.

As investigações apontaram que a decisão do amante de Lila deixou ela desequilibrada psicologicamente e que ela teria até mencionado sobre cometer suicídio com pessoas próximas.

O carro usado no crime foi encontrado um dia depois do crime em uma oficina na cidade de Crisópolis, a cerca de 234 km de Aporá. O delegado explicou que o dono do veículo relatou que o carro estava emprestado para um homem chamado Cleto Pinheiro dos Santos, no dia do crime.

As investigações do caso mostraram que o dono do carro usado no crime não teve envolvimento no caso. Já Cleto Pinheiro é procurado como um dos três suspeitos de terem participado do crime e é procurado pela polícia. Os outros dois homens não foram identificados.

Com informações do site: G1

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