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quinta-feira, 20 de maio de 2021

Business Insider revela como EUA preparam desembarque de forças especiais na Crimeia

 


Os exercícios Trojan Footprint 21 e Black Swan 21, realizados no início de maio pelo Comando de Operações Especiais dos EUA na Europa, se destinaram ao treinamento de manobras em caso de conflito com a Rússia, escreve o Business Insider.

Conforme o site, o Comando de Operações Especiais planejou conduzir esses exercícios em simultâneo, para treinar um cenário de conflito em grande escala com a Rússia desde os Países Bálticos e escandinavos até a Ucrânia e o mar Negro.

"Os dois exercícios, particularmente o Trojan Footprint, focaram-se em como unidades regulares e de operações especiais trabalhariam em conjunto em um grande conflito com a Rússia", segundo o veículo de imprensa.

Moscou, considera o autor, "tem o objetivo de derrotar a supremacia aérea e marítima dos EUA ameaçando navios e aeronaves com mísseis e outras armas e assim os impedir de se aproximarem do raio de alcance".

No entanto, o autor do artigo acentua que as Operações Especiais da Marinha dos EUA seriam especialmente valiosas em um conflito potencial com a Rússia.

"A Crimeia poderia ser um ambiente ideal para operações das Forças de Operações Especiais da Marinha. As equipes SEAL podem conduzir desembarques na costa e emboscadas, realizar reconhecimento marítimo e terrestre especial, participar de operações especiais subaquáticas, por exemplo, instalando sensores no oceano ou colocando minas magnéticas em navios inimigos", especificou.
Soldados norte-americanos no Leste Europeu
© AFP 2021 / PETRAS MALUKAS
Soldados norte-americanos no Leste Europeu

Nota-se que o treinamento de manobras também envolveu as tripulações de lanchas de operações especiais da Marinha dos EUA. De acordo com a publicação, os militares exercitaram "atuação com eficácia" em diferentes ambientes aquáticos.

Um dos soldados declarou, em conversa com o site, que a furtividade e o poder de fogo são as maiores vantagens destas lanchas. Do ponto de vista do autor, tais caraterísticas permitiriam desembarcar dissimuladamente fuzileiros perto de objetivos russos na Crimeia.

Além das tropas norte-americanas, das manobras participaram também destacamentos de operações especiais da Alemanha, Áustria, Bulgária, Croácia, Espanha, Geórgia, Hungria, Macedônia do Norte, Montenegro, Reino Unido e Ucrânia. Os próprios exercícios decorreram na Romênia e em uma série de países do Leste Europeu.

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sexta-feira, 4 de setembro de 2020

Bombardeiros nucleares dos EUA passam a poucos quilômetros da Crimeia



Dois bombardeiros estratégicos americanos Boeing B-52H Stratofortress, capazes de carregar e lançar armas atômicas, sobrevoaram região a apenas 25 km da Crimeia, Rússia.

As aeronaves decolaram da Base Aérea de Fairford no Reino Unido, sobrevoaram os Países Baixos, Alemanha, Polônia e se aproximaram da Crimeia a partir do território da Ucrânia.
Segundo dados do serviço de rastreio aéreo PlaneRadar, o ponto mais próximo da Rússia que as aeronaves alcançaram estava a 25 km da fronteira do país.
13h50 (horário de Moscou)
Passaram à distância de 25 km da fronteira da Rússia.
Enquanto isso, uma aeronave de inteligência eletrônica do Reino Unido também sobrevoou o mar Negro perto da fronteira russa.
Recentemente a quantidade de voos operados por aeronaves militares da OTAN cresceu consideravelmente ao longo das fronteiras da Rússia.
Por sua vez, a Força Aeroespacial da Rússia frequentemente envia caças para interceptar tais aeronaves.

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