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sexta-feira, 23 de outubro de 2020

Com inteligência artificial, drone da Boeing finaliza seu 1º táxi (VÍDEO)

 


A aeronave não tripulada desenvolvida para participar de missões em grupo deve fazer seu primeiro voo ainda este ano.

Um protótipo de drone de ataque Loyal Wingman, desenvolvido pela empresa norte-americana Boeing para a Força Aérea australiana, realizou recentemente seu primeiro táxi, ou seja, se movimentou sob sua própria força. Foi um marco importante para a aeronave, que deve fazer seu primeiro voo ainda em 2020, afirmou a Boeing Australia em comunicado na quinta-feira (22).

A nota afirma que a aeronave atingiu uma velocidade máxima de 26 quilômetros por hora na pista e realizou várias manobras, em movimento e parada, de acordo com as instruções dos operadores.

"O táxi de baixa velocidade nos permitiu verificar a operação e integração dos sistemas da aeronave, incluindo direção, frenagem e controles do motor, com a aeronave em movimento", explicou Paul Ryder, gerente de testes de voo da Boeing Australia.

O modelo tem uma autonomia de 3.700 quilômetros, mede 11,7 metros de comprimento e possui um setor modular adaptável no nariz, onde pode transportar sensores e armas. A aeronave projetada para ser usada em conjunto com outras plataformas, tripuladas ou não, e possui tecnologia de inteligência artificial para esses tipos de missões em grupo.

O programa Loyal Wingman representa o maior investimento da Boeing na fabricação de drones fora dos EUA e, de acordo com a empresa, a Força Aérea australiana planeja comprar três desses drones.

domingo, 26 de julho de 2020

Possível corrosão nos motores faz Boeing inspecionar 2.000 aviões



A Administração Federal de Aviação dos EUA (FAA, na sigla em inglês) ordenou a inspeção de 2.000 aviões dos modelos Boeing 737 NG e Boeing 737 Classic após detectar problemas nos motores.

De acordo com a Reuters, o problema teria ocorrido nas aeronaves que não realizaram voos devido à pandemia de COVID-19.
A entidade governamental advertiu que os aviões que ficaram em terra por mais de sete dias poderiam apresentar corrosão nas válvulas de retenção de ar, o que poderia provocar falhas em ambos os motores.

© AP PHOTO / TED S. WARREN
Avião 737 Max da Boeing no Aeroporto Municipal de Renton, Estados Unidos
A FAA emitiu esta diretiva depois que os especialistas encontraram válvulas afetadas enquanto movimentavam as aeronaves no solo.
Caso a corrosão seja confirmada, a válvula deve ser substituída antes do reinício das operações, indicou a FAA.
Por sua vez, a Boeing informou ter aconselhado os operadores a inspecionarem os aviões e advertiu que "com os aviões hangarados ou utilizados com pouca frequência devido à baixa demanda durante a pandemia de COVID-19, a válvula pode estar mais suscetível à corrosão".

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